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sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Ensino doméstico nos E.U.A. Como funciona !!


Resultado de imagem para escola no lar
Foto Ilustrativa   

 
Nos Estados Unidos, dois milhões de crianças não frequentam a escola; em vez disso, aprendem em casa e são educadas pelos pais. É o homeschooling, um fenômeno em forte crescimento. A educação domiciliar não é praticada apenas por agricultores que vivem em áreas remotas ou por cristãos evangélicos que desconfiam dos programas governamentais - está se tornando cada vez mais popular com a classe média urbana.

Se é verdade que o conhecimento nos traz a liberdade, a verdadeira liberdade só existe quando somos livres de escolher o que queremos aprender. De facto, a experiência diz-nos que o conhecimento adquirido sob compulsão depressa é esquecido. Mas será possível libertarmo-nos do aspecto coercitivo do saber? Para muitos americanos, o mero conceito de escolaridade obrigatória é visto como uma ameaça às liberdades individuais garantidas pela constituição: na “terra da liberdade” o direito à autodeterminação é parte da psique nacional.

Foi precisamente nos Estados Unidos, na década de sessenta, que nasceu o movimento da educação domiciliar, onde a instrução é dada em família e não em escolas, e que é agora um fenómeno social com mais de dois milhões de estudantes e com uma taxa de crescimento anual entre os 7 e os 15%.

Historicamente, nos Estados Unidos e no resto do mundo, sempre houve crianças educadas em casa: os ricos aprendiam com tutores, muitos aprendiam com uma professora contratada por um grupo de vizinhos, e a maioria sob a orientação dos pais (os comerciantes ensinavam matemática e assim por diante).

O ensino obrigatório foi aprovado em Massachusetts em 1852, em plena revolução industrial, para acabar com a exploração das crianças, mas a prática de educar os filhos em casa nunca desapareceu: em zonas como o Alasca, em que as famílias moram longe dos centros urbanos, o ensino doméstico tem sido, desde sempre, a única opção disponível.

No entanto, não há dúvida que a curva dos adeptos do ensino doméstico se acentuou imenso nos anos sessenta e setenta, após a publicação de várias obras sobre pedagogia centradas nos aspectos negativos do ensino compulsório e da agressividade na dinâmica social do ambiente escolar.

Entre os vários autores da época, John Holt continua a ser considerado como o maior defensor da liberdade no campo da educação e do autodidatismo. Segundo este ex-professor, as crianças que frequentam a escola não aprendem porque o medo as paralisa (medo de dar a resposta errada, de ser atacado pelos colegas e/ou professores, etc). Holt argumentou que a curiosidade é sufocada quando tentamos controlá-la e que “a aprendizagem não resulta do ensino, a aprendizagem resulta da actividade dos alunos. " Milhares de famílias seguiram o seu conselho: retiraram os filhos da escola e dedicaram-se ao unschooling, um método em que os jovens tomam responsabilidade pela sua educação, em que o mundo e a vida é a sala de aulas e, acima de tudo, onde as crianças/jovens decidem o que aprender, quando aprendem e como aprendem, sob uma supervisão que é o mais discreta possível.

Durante os anos oitenta deu-se uma reviravolta quando as escolas "cristãs" (na sua maioria pertencentes à corrente evangélica) viram os seus subsídios desaparecer. Centenas de instituições religiosas fecharam as portas e grande parte da população resistente à educação secular (que inclui a teoria da evolução e a educação sexual) optou pela “escola em casa”. Quem fez essa escolha por razões de fé tende, ao contrário dos unschoolers, a instaurar um regime semelhante à escola, com horários, disciplinas, testes e avaliações: a diferença está apenas na orientação do conteúdo.

No entanto, como afirmou Brian Ray, presidente da National Home Education Research Institute, "muitas pessoas pensam que o homeschooling é para fundamentalistas que andam sempre agarrados à Bíblia ou para libertários do tipo 'vamos para o campo pastar cabras' com sandálias nos pés. Em vez disso há de tudo, desde cristãos que vivem no campo e fazem criação de cabras a libertários que crêem que eles, e não o Estado, devem doutrinar os filhos. Os estereótipos são falsos, mesmo que contenham alguma "verdade".

Entre estes dois extremos existe de facto uma grande parte da população que não está satisfeita com as escolas públicas e privadas e que chegou à conclusão que o ensino doméstico é a melhor opção para os filhos, muitas vezes superdotados. Cada família escolhe a abordagem que mais lhe agrada: o mercado de currículos pré-embalados (com montes de cadernos, lápis e fichas de avaliação) está mais próspero do que nunca, mas muitos pais combinam livros didáticos para as disciplinas consideradas principais com livros produzidos em casa pelos filhos sobre temas que lhes despertam o interesse, desde a história da música à classificação de todas as plantas da zona em que moram.

Quanto à socialização, eles são rápidos a defender a educação domiciliar: as famílias que praticam o ensino doméstico estão conectadas umas às outras através de incontáveis redes sociais, boletins, reuniões, excursões, etc. Muitas têm blogues onde oferecem ou pedem ajuda prática ("sabem onde poderei encontrar olhos de vaca para a minha filha, que quer ser veterinária quando crescer, dissecar numa experiência de anatomia?"), camaradagem (anedotas do tipo quantos educadores-domésticos são precisos para mudar uma lâmpada? Consulte a página anterior") ou para apoio moral ( "acham que deveria fazê-lo estudar trigonometria em vez de deixá-lo fazer origami o dia todo?"). E porque não defenderiam a aprendizagem em família? Afinal, estão a par das estatísticas que comprovam que 80% das crianças educadas em casa estão acima da média obtida pelas que frequentam a escola.

De acordo com as projecções actuais, 2% da população de idade escolar nos E.U.A. é educada em casa, e a tendência é para aumentar. Helen Hegener, fundadora da Home Education Magazine, revista de referência a nivel internacional, lembra àqueles que pretendem empecilhar o movimento com decretos-lei e regulamentos intrusivos que cada homeschooler é legalmente inocente até prova em contrário", e que não têm que dar satisfações a ninguém.
 
 
 

Fonte:
Original aqui. Tradução livre e parcial.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

2ª Confraternização de Crianças, AD Anápolis em Floresta

Crianças no Templo da AD de Anápolis em Floresta do Araguaia- PA
Com o tema: “Crescendo na Presença do Senhor”, baseado em Lc 2: 52 o evento aconteceu nos dias 11 e 12 de outubro último na Ass. de Deus de Anápolis em Floresta do Araguaia a “2ª Confraternização de Crianças” realizada em seu templo sede e organizada pela Rede de Crianças liderada pela irmã Luiza Nunes com apoio da Diretoria de Eventos liderada pela irmã Célia Menezes, que tratou da decoração alusiva ao evento, usando as figuras das simpáticas formiguinhas do “Smilingüido”, desenho de temática cristã bem conhecido no meio evangélico; a equipe da Rede de Crianças trabalhou ativamente com ajuda dos pastores da igreja, Pr. Pedro Paulo e Pra. Naid que participaram ativamente do evento: “__Tivemos grande ajuda também de nossas adolescentes no cuidado para com as crianças” diz a Pra. Naid. Irmã Luiza e irmã Célia, e as irmãs Cleudiane, Parecida e Gerciane participaram ativamente fazendo o lanche das crianças, participaram cerca de 90 crianças,

Irmã Luiza, Líder da Rede de Crianças
também o evento contou com o apoio da Rede de Crianças da “Ass. de Deus – Central de Adoração” que apresentou muitos jograis infantis e o irmão Lucas como animador infantil, os grupos de coreografia das crianças da AD de Anápolis apresentaram peças e jograis interessantes chamando a atenção das crianças para as verdades bíblicas. Deus tocou o coração das crianças, houve gincana bíblica à tarde, onde foram distribuídos brindes as crianças. No encerramento na noite de sábado a palavra foi ministrada pela Pra. Cecília Suzuki, de Belém, conferencista que pregou a mensagem da noite sobre o filho pródigo; no apelo, duas pessoas aceitaram a Jesus como salvador, irmãos renovaram sua aliança com o Senhor Jesus e muitos receberam mensagens proféticas através da pastora Cecília. 


Jogral com equipe da Rede de Crianças

Após o culto, os cantores mirins João Vitor e Maria Olivia cantaram hinos de louvor enquanto era servido o lanche a todos os participantes. A Igreja AD de Anápolis tem na Rede de Crianças um de seus principais trabalhos, todas as quintas-feiras são realizados os cultos de crianças, onde irmã Luiza  e irmã Célia dirigem os cultos e no final é servido um gostoso lanche às crianças. 


Smiliguido, um tema infantil evangélico

Pra. Naid ministrando a Palavra
Apresentação Jogral com música


Pra. Cecília Suzuki pregando no encerramento da Festa







Pr. Pedro Paulo

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Crianças são usadas para propaganda homossexual em Santa Catarina

Crianças são usadas para propaganda homossexual em Santa Catarina

Concurso de cartazes tira vantagem de alunos para promover a causa gay

Julio Severo
“Deixai vir a Mim as crianças,” disse Jesus, de braços abertos. Mas os pais que enviam seus filhos às escolas de Santa Catarina estão deixando suas crianças irem até os braços de militantes da causa gay.
Alunos das escolas públicas de Florianópolis participaram de um concurso de cartazes contra a chamada “homofobia.” A ideia de promover uma propaganda da causa gay por meio de concurso para crianças foi da equipe do Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades (NIGS) do Departamento de Antropologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
Portanto, a iniciativa não partiu de crianças, nem de seus pais. Partiu de adultos movidos por ideologia.
Segundo informação do site da UFSC, a equipe do NIGS precisou primeiro “preparar” os professores para engajar os alunos na propaganda anti-“homofobia” — que dificilmente ganharia a adesão das crianças ou de seus pais se lhes fosse explicado que “homofobia,” conforme usado por supremacistas gays, abrange também opiniões contrárias às nojentas práticas homossexuais.
Luiz Mott, o líder máximo do movimento homossexual no Brasil, reconheceu publicamente, em entrevista ao programa do Jô, que a “homofobia” é oposição à homossexualidade, declarando que a Bíblia é a maior fonte de “homofobia.”
A entrevista está aqui: http://youtu.be/mF3Z9dO2IBE

Ele também disse que os ativistas homossexuais precisam dos pais do Brasil, para criarem filhos que se tornarão homossexuais.
A atitude irresponsável das escolas públicas de Santa Catarina de envolver seus alunos num concurso de propaganda homossexual é um importante passo nessa direção.
O concurso teve a participação de 33 escolas, cerca de 1,2 mil alunos, totalizando 326 cartazes.
O concurso tem também a participação de importantes militantes gays, inclusive Toni Reis, cuja organizaçãoABGLT havia sido beneficiada com milhões de reais para a elaboração do infame kit gay, do MEC.
Conforme informações do site UFSC, o MEC está também envolvido no concurso de propaganda gay de Santa Catarina.
O concurso terminará dia 26 de junho e premiará os três cartazes de crianças que entenderam a “ideia” que os adultos militantes lhes passaram.
Os pais que amam seus filhos e não gostariam que eles fossem induzidos ao homossexualismo deveriam procurar advogados idôneos e processar as escolas públicas e o MEC que estão vitimando suas crianças com propaganda enganosa.



sexta-feira, 8 de abril de 2011

É a benção de Abraão Claudio, é a benção de Abraão !!




Mãe chinesa ou mãe judia?

Claudio de Moura Castro, revista "Veja"



Diante do espetacular desempenho da cidade de Xangai no Pisa, escrevi sobre as mães chinesas. Citei a sino-americana Amy Chua, para quem o método consiste na disciplina rígida, imposta por meio da vara de marmelo e do foco obsessivo nos assuntos da escola. Isso tudo sob o manto de uma tradição confucionista que dá autoridade aos pais e valoriza a educação. Como me escreveu uma leitora sino-brasileira, eis "a regra que chineses têm adotado desde sempre: exigir o máximo de si e dos filhos. E dormir tranquilos, certos de haver feito o melhor". 

Larry Wolif, judeu americano, comentou uma versão preliminar: "Comparados aos chineses, os alunos judeus são igualmente bons no SAT (uma prova equivalente ao nosso Enem) e muito melhores em criatividade. As famílias judias são muito centradas nas crianças - fazem delas o centro de afeto e atenção (por exemplo, gastos elevados em bar mitzvah, festas, acampamentos, viagens etc.). Além disso, tal como os chineses, têm expectativas muito elevadas em relação aos filhos. Contudo, expressam tais pressões de forma mais sutil e afetiva, reconhecendo que há outras aptidões que vão além das acadêmicas"


No embalo do sucesso de Chua, o jornal The Jewish Week dedica um longo artigo comentando vários livros sobre mães judias. No estilo judeu, em vez da vara de marmelo, há um toque de chantagem emocional: "Meu filhinho adorado, sua mãe vai ficar muito infeliz se você não for o primeiro" Para elas, funciona melhor um método gentil, sem ameaças nem violências. É mais sub-reptício, usando culpa ou despejando afeto nas crianças. Para que ameaças?


As mães chinesas insistem mais em obediência, as judias encorajam a argumentação, seguindo a tradição judaica de discutir tudo. Em sociedades modernas e confusas, a dialética da discussão é preciosa. Há também a veneração pelos livros, sempre comprados, mostrados e lidos pelos próprios pais.


Seja qual for a explicação, a fórmula vem dando certo. A população judaica mal chega a 14 milhões. É mais ou menos como a cidade de São Paulo. Soma 0,2% da população mundial. Não obstante, 128 Prêmios Nobel foram para judeus, correspondendo a aproximadamente 20% de todos os premiados.


Como hoje as teorias genéticas de superioridade ou inferioridade estão desacreditadas, é preciso buscar outras causas. O conjunto de características associadas a valores, cultura, disciplina e hábitos mentais é o candidato mais forte. Tudo indica que a obsessão judia pela escola tenha um papel enorme. Mas, claramente, empurrar os filhos para os livros não basta. 


A pobreza cultural puxa para trás. Os próprios judeus que viviam no mundo árabe e migraram para Israel obtêm resultados notavelmente inferiores na escola, comparados aos originários da Europa, que já vieram bem mais educados. E nós com essa discussão? Na verdade, temos muito que aprender com ela. Não entremos aqui nas controvérsias. Basta constatar que tanto a disciplina rigorosa quanto a chantagem emocional produzem.



O problema com nossas famílias é que não usamos nem um nem o outro método. Será por isso que o esforço é tão pouco e os resultados tão parcos? A força do afeto no método judeu parece mais próxima da nossa tradição cultural. Aliás, se os palestinos estão aprendendo com os seus vizinhos israelenses a valorizar mais a educação, por que não podemos fazer o mesmo? Durante uma viagem à China, um leitor sino-brasileiro foi convidado a falar em uma escola. "Tanto professores quanto alunos ficaram chocados com a enorme diferença de horas dedicadas a aulas e atividades curriculares. 


E com o contraste na dedicação e participação dos pais na vida estudantil." Não obstante, meu ensaio anterior causou indignação em alguns pais brasileiros. Imagino que, para eles, o esforço de desligar a televisão para que os filhos estudem seja descomunal ou, pior, sem sentido.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

No Paraná, Juiz autoriza família a educar filhos em casa

Juiz autoriza família a educar filhos em casa


Uma família de Maringá (PR) tirou os filhos da escola e os educa em casa com aval da Justiça. Com apoio do Ministério Público, os pais conseguiram convencer o juiz da Vara da Infância e Juventude de que a educação domiciliar é possível e, teoricamente, não traz prejuízos.


Os irmãos Lucas, de 12 anos, e Julia, de 11, são filhos de pedagogos. O pai é professor da Universidade Estadual de Maringá. Eles foram tirados da escola há quatro anos, após duas tentativas frustradas de tentarem matriculá-los em uma escola regular.


As crianças cursam inglês e matemática fora de casa. As outras disciplinas ficam a cargo dos pais. Também praticam esportes e não podem ver televisão em qualquer horário - só quando os pais autorizam.


Em linha contrária, uma família de Serra Negra (MG), que também tirou os filhos da escola, ainda tenta provar ao Judiciário que tem condições de educá-los em casa.


No Estado mineiro isso não foi possível e um casal foi condenado pelo crime de abandono intelectual - no Brasil, a legislação determina que as crianças sejam matriculadas em escola de ensino regular. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


No caso do Paraná, apesar de não existir uma decisão formal do magistrado a respeito do assunto, as crianças são oficialmente avaliadas pelo Núcleo Regional de Educação de Maringá a pedido da Justiça. O núcleo, vinculado à Secretaria de Educação, elabora e aplica às crianças provas de português, matemática, ciências, história, geografia, artes e educação física. Eles também passam por uma análise psicossocial.


"Os pais conseguiram comprovar que elas têm o conhecimento intelectual necessário, de acordo com as diretrizes curriculares. Essas crianças nunca tiveram dificuldade para resolver as provas. Os resultados demonstram que elas têm aptidão para cursar a série seguinte " - diz Maria Marlene Galhardo Mochi, assistente técnica do núcleo.


Segundo ela, esse é o único caso de educação domiciliar atendido pelo núcleo de Maringá. "Os pais dessas crianças têm condições, instrução e recursos para educá-las em casa. Como elas ainda estão cursando o ensino fundamental, por enquanto está funcionando. Minha preocupação é quando elas chegarem ao ensino médio, quando as matérias ficam mais complicadas", avalia.


Conforme Ricardo de Moraes Cabezon, presidente da Comissão de Direitos da Criança da OAB-SP, o ensino fora da escola não é totalmente proibido, desde que seja justificado como algo excepcional. "Tem de ser realmente excepcional, senão banaliza. Eu recomendo que os pais não façam isso por conta e risco, mas tenham uma tutela do Judiciário", orienta o advogado.


Para Luiz Carlos Faria da Silva, pai das crianças, além dos conflitos na educação moral dos filhos, a escola também oferecia conteúdos que ele considerava ruins. Ele reclama, por exemplo, que a escola ensinava arte moderna em vez de arte sacra.


Diz também que o aquecimento global é contraditório. "Só os vulcões lançam mais dióxido de carbono no ar que toda atividade humana", afirma o pai.


Para o educador português José Pacheco, idealizador da Escola da Ponte (em que não há salas de aula), o juiz de Maringá teve sensibilidade para entender o caso. "É possível que haja o ensino domiciliar, desde que a escola avalie periodicamente essas crianças. É uma alternativa sábia, já feita em países da Europa há muito tempo".


Fonte: EspaçoVital

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Mais de dois milhões de crianças estudam somente em casa nos EUA

Mais de dois milhões de crianças estudam somente em casa nos EUA




PURCELLVILLE, Va., EUA, 4 de janeiro de 20; Num novo estudo anunciado hoje o Instituto Nacional de Pesquisa sobre a Educação Doméstica (INPED) estima que haja mais de 2 milhões de crianças sendo educadas somente em casa nos EUA em 2010.

O crescimento do moderno movimento de educação escolar em casa é estupendo”, disse Michael Smith, presidente da Associação de Defesa Legal da Educação Escolar em Casa. “Apenas 30 anos atrás havia um número estimado de apenas 20.000 crianças estudando somente em casa”.

De acordo com a Agência de Recenseamento dos EUA (2008) havia um número estimado de 54 milhões de crianças desde a educação pré-escolar até o ensino de segundo grau nos EUA na primavera de 2010, o que significa que os estudantes domésticos representam aproximadamente 4% da população em idade escolar, ou um de cada 25 crianças.
O estudo do INPED usou dados tanto de fontes governamentais quanto privadas a fim de chegar à estatística dos dois milhões.

O crescimento explosivo do movimento de educação escolar em casa vem sendo acompanhado por um crescimento em abertura para com os estudantes domésticos nas grandes universidades seculares. 

Cada vez mais instituições de nível universitário estão tendo como mira os estudantes domésticos, depois que estudos frequentemente mostraram que as crianças que estudam somente em casa tendem a superar as crianças da mesma idade que estudam em escolas convencionais.

De acordo com a The Old Schoolhouse Magazine, uma revista de educação escolar em casa, muitas instituições até mesmo nomeiam “especialistas de recrutamento e contato com estudantes domésticos” para prestarem assistência aos estudantes que estão no primeiro ano da universidade e suas famílias.

Um estudo de 2010 publicado na Revista de Matrículas Universitárias revelou que “os estudantes que foram educados em casa possuem uma pontuação ACT, notas médias e índices de graduação mais elevados quando comparados aos estudantes educados de modo tradicional”.

O estudo também revelou “que estudantes que estudam somente em casa tiram nota média mais elevada no primeiro e quarto ano ao se levar em consideração fatores demográficos, pré-universidade, empenho e primeira experiência em universidades”.
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Traduzido por Julio Severowww.juliosevero.com


terça-feira, 21 de dezembro de 2010

PRESENTE DO GOVERNO LULA - MEC irá distribuir Kit Gay para crianças de 7 a 10 anos com cenas de homossexualismo adolescente


MEC irá distribuir Kit Gay para crianças de 7 a 10 anos com cenas de homossexualismo adolescente


Kit Gay para alunos conterá um DVD com uma história aonde um menino vai ao banheiro e quando entra um colega, se diz apaixonado pelo mesmo e assume sua homossexualidade.
MEC irá distribuir Kit Gay para crianças de 7 a 10 anos com cenas de homossexualismo adolescente
Ele ainda nem foi lançado oficialmente. Mas um conjunto de material didático destinado a combater a homofobia nas escolas públicas promete longa polêmica. Um convênio firmado entre o Ministério da Educação (MEC), com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), e a ONG Comunicação em Sexualidade (Ecos) produziu kit de material educativo composto de vídeos, boletins e cartilhas com abordagem do universo de adolescentes homossexuais que será distribuída para 6 mil escolas da rede pública em todo o país do programa Mais Educação.
Parte do que se pretende apresentar nas escolas foi exibida ontem em audiência na Comissão de Legislação Participativa, na Câmara. No vídeo intitulado Encontrando Bianca, um adolescente de aproximadamente 15 anos se apresenta como José Ricardo, nome dado pelo pai, que era fã de futebol. O garoto do filme, no entanto, aparece caracterizado como uma menina, como um exemplo de um travesti jovem. Em seu relato, o garoto conta que gosta de ser chamado de Bianca, pois é nome de sua atriz preferida e reclama que os professores insistem em chamá-lo de José Ricardo na hora da chamada.
O jovem travesti do filme aponta um dilema no momento de escolher o banheiro feminino em vez do masculino e simula flerte com um colega do sexo masculino ao dizer que superou o bullying causado pelo comportamento homofóbico na escola. Na versão feminina da peça audiovisual, o material educativo anti-homofobia mostra duas meninas namorando. O secretário de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do MEC, André Lázaro, afirma que o ministério teve dificuldades para decidir sobre manter ou tirar o beijo gay do filme. “Nós ficamos três meses discutindo um beijo lésbico na boca, até onde entrava a língua. Acabamos cortando o beijo”, afirmou o secretário durante a audiência.
O material produzido ainda não foi replicado pelo MEC. A licitação para produzir kit para as 6 mil escolas pode ocorrer ainda este ano, mas a previsão de as peças serem distribuídas em 2010 foi interrompida pelo calor do debate presidencial. A proposta, considerada inovadora, de levar às escolas públicas um recorte do universo homossexual jovem para iniciar dentro da rede de ensino debate sobre a homofobia esbarrou no discurso conservador dos dois principais candidatos à Presidência.
O secretário do MEC reconheceu a dificuldade de convencer as escolas a discutirem o tema e afirmou que o material é apenas complementar. “A gente já conseguiu impedir a discriminação em material didático, não conseguimos ainda que o material tivesse informações sobre o assunto. Tem um grau de tensão. Seria ilusório dizer que o MEC vai aceitar tudo. Não adianta produzir um material que é avançado para nós e a escola guardar.”
Apesar de a abordagem sobre o adolescente homossexual estar longe de ser consenso, o combate à homofobia é uma bandeira que o ministério e as secretarias estaduais de educação tentam encampar. Pesquisa realizada pelas ONGs Reprolatina e Pathfinder percorreram escolas de 11 capitais brasileiras para identificar o comportamento de alunos, professores e gestores em relação a jovens homossexuais. Escolas de Manaus, de Porto Velho, de Goiânia, de Cuiabá, do Rio, de São Paulo, de Natal, de Curitiba, de Porto Alegre, de Belo Horizonte e de Recife receberam os pesquisadores que fizeram 1.406 entrevistas.
O estudo mostrou quadro de tristeza, depressão, baixo rendimento escolar, evasão e suicídio entre os alunos gays, da 6ª à 9ª séries, vítimas de preconceito. “A pesquisa indica que, em diferente níveis, a homofobia é uma realidade entendida como normal. A menina negra é apontada como a representação mais vulnerável, mas nenhuma menina negra apanha do pai porque é pobre e negra”, compara Carlos Laudari, diretor da Pathfinder do Brasil.
Fonte: Correio Braziliense / Gospel+
Via: Galileo