terça-feira, 21 de dezembro de 2010

PRESENTE DO GOVERNO LULA - MEC irá distribuir Kit Gay para crianças de 7 a 10 anos com cenas de homossexualismo adolescente


MEC irá distribuir Kit Gay para crianças de 7 a 10 anos com cenas de homossexualismo adolescente


Kit Gay para alunos conterá um DVD com uma história aonde um menino vai ao banheiro e quando entra um colega, se diz apaixonado pelo mesmo e assume sua homossexualidade.
MEC irá distribuir Kit Gay para crianças de 7 a 10 anos com cenas de homossexualismo adolescente
Ele ainda nem foi lançado oficialmente. Mas um conjunto de material didático destinado a combater a homofobia nas escolas públicas promete longa polêmica. Um convênio firmado entre o Ministério da Educação (MEC), com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), e a ONG Comunicação em Sexualidade (Ecos) produziu kit de material educativo composto de vídeos, boletins e cartilhas com abordagem do universo de adolescentes homossexuais que será distribuída para 6 mil escolas da rede pública em todo o país do programa Mais Educação.
Parte do que se pretende apresentar nas escolas foi exibida ontem em audiência na Comissão de Legislação Participativa, na Câmara. No vídeo intitulado Encontrando Bianca, um adolescente de aproximadamente 15 anos se apresenta como José Ricardo, nome dado pelo pai, que era fã de futebol. O garoto do filme, no entanto, aparece caracterizado como uma menina, como um exemplo de um travesti jovem. Em seu relato, o garoto conta que gosta de ser chamado de Bianca, pois é nome de sua atriz preferida e reclama que os professores insistem em chamá-lo de José Ricardo na hora da chamada.
O jovem travesti do filme aponta um dilema no momento de escolher o banheiro feminino em vez do masculino e simula flerte com um colega do sexo masculino ao dizer que superou o bullying causado pelo comportamento homofóbico na escola. Na versão feminina da peça audiovisual, o material educativo anti-homofobia mostra duas meninas namorando. O secretário de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do MEC, André Lázaro, afirma que o ministério teve dificuldades para decidir sobre manter ou tirar o beijo gay do filme. “Nós ficamos três meses discutindo um beijo lésbico na boca, até onde entrava a língua. Acabamos cortando o beijo”, afirmou o secretário durante a audiência.
O material produzido ainda não foi replicado pelo MEC. A licitação para produzir kit para as 6 mil escolas pode ocorrer ainda este ano, mas a previsão de as peças serem distribuídas em 2010 foi interrompida pelo calor do debate presidencial. A proposta, considerada inovadora, de levar às escolas públicas um recorte do universo homossexual jovem para iniciar dentro da rede de ensino debate sobre a homofobia esbarrou no discurso conservador dos dois principais candidatos à Presidência.
O secretário do MEC reconheceu a dificuldade de convencer as escolas a discutirem o tema e afirmou que o material é apenas complementar. “A gente já conseguiu impedir a discriminação em material didático, não conseguimos ainda que o material tivesse informações sobre o assunto. Tem um grau de tensão. Seria ilusório dizer que o MEC vai aceitar tudo. Não adianta produzir um material que é avançado para nós e a escola guardar.”
Apesar de a abordagem sobre o adolescente homossexual estar longe de ser consenso, o combate à homofobia é uma bandeira que o ministério e as secretarias estaduais de educação tentam encampar. Pesquisa realizada pelas ONGs Reprolatina e Pathfinder percorreram escolas de 11 capitais brasileiras para identificar o comportamento de alunos, professores e gestores em relação a jovens homossexuais. Escolas de Manaus, de Porto Velho, de Goiânia, de Cuiabá, do Rio, de São Paulo, de Natal, de Curitiba, de Porto Alegre, de Belo Horizonte e de Recife receberam os pesquisadores que fizeram 1.406 entrevistas.
O estudo mostrou quadro de tristeza, depressão, baixo rendimento escolar, evasão e suicídio entre os alunos gays, da 6ª à 9ª séries, vítimas de preconceito. “A pesquisa indica que, em diferente níveis, a homofobia é uma realidade entendida como normal. A menina negra é apontada como a representação mais vulnerável, mas nenhuma menina negra apanha do pai porque é pobre e negra”, compara Carlos Laudari, diretor da Pathfinder do Brasil.
Fonte: Correio Braziliense / Gospel+
Via: Galileo

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

CRESCE NO MEIO CRISTÃO A IDÉIA DE SE EDUCAR OS FILHOS EM CASA

CRESCE NO MEIO CRISTÃO  A IDÉIA DE SE EDUCAR OS FILHOS EM CASA
 
Diante das ameaças a educação de princípios morais sofrida pelas famílias e a forçada tutela do estado em educar os filhos de pais cristãos nos padrões imorais da Nova Era; grupos de país, pastores e pedagogos devem se mobilizar nos próximos anos para que parlamentares cristãos criem e consigam aprovar  leis que apóiem a iniciativa que já ocorre em alguns países onde o governo perdeu a guerra moral para os grupos gays e para os novaerenses.
Segundo a psicoterapeuta Adriana Tanese Nogueira, “Educação em casa diz respeito à liberdade: a liberdade de aprender sobre história o dia todo e não por cinquenta minutos, a liberdade de aprender de acordo com a curiosidade e o interesse mais do que pela lista de tópicos de cada série, a liberdade de avançar em áreas de força e de tomar todo o tempo que for necessário para aprender matérias difíceis.” (Lisa Rivero, 77-78)
        Educação e escola não se identificam. Se o estado exige que todos seus cidadãos sejam educados, isso não significa que eles devam ir à escola. E, vice-versa, ir à escola não garante a educação que desejamos que nossos filhos recebam, nem em termos intelectuais nem naqueles morais. Há um movimento crescente internacional de educadores em casa, cujo moto é: “Não deixe que a escola impeça sua educação”. 
Com a cartilha do ativismo gay que já está sendo proposto para serem trabalhados em crianças a partir dos 7 anos no Brasil, ameaça denunciada pelo deputado Jair Bolsonaro no programa do Ratinho no SBT no mês de dezembro 2010; a denúncia diz respeito a que Alunos de 7,8 e 9 anos estarão recebendo DVDs “escolares” com histórias de “amor” homossexual.
Numa das histórias, conforme denúncia do Dep. Jair Bolsonaro, “um garoto de mais ou menos 14 anos, de nome Ricardo, vai ao banheiro fazer pipi, olha para o lado, vê um coleguinha dele fazendo pipi também e se apaixona por esse colega”, Julio Severo comenta em seu Blog - O kit gay faz parte da campanha estatal “Escola Sem Homofobia”, imposta pela SEDH da Presidência da República. A febre governamental de promover a agenda gay a pretexto de combater a “homofobia” está tirando das crianças sua proteção contra uma promoção descarada do homossexualismo e está tirando dos pais o direito e autoridade de proteger seus filhos, sob a ameaça de rotulá-los como “homofóbicos”.
Há um caso grave na Suécia em que um menino foi seqüestrado dos pais quando a família estava embarcando para a Índia, as autoridades arrancaram o menino do avião, porque o menino estava sendo educado em casa e lá a lei proíbe. Adriana Tanese continua afirmando que:  de acordo com o NHERI, National Home Education Research Institute, fundado em 1990, em Salem (OR), por Brian D. Bray, PhD, há cerca de dois milhões de alunos educados em casa nos Estados Unidos. Entre jardim de infância e último ano de colegial, foram estimados de 1.9 a 2.5 milhões de crianças durante o ano acadêmico 2008-2009. Esta população continua crescendo ao passo de 5 a 12% por ano nos últimos anos.
Entre os pais que optam por serem educadores de seus filhos encontram-se: ateus, cristãos, mórmons, conservadores, liberais, libertários, de baixa ou alta renda, negros, hispânicos e brancos, com doutorado ou sem diploma de segundo grau. O movimento baseia-se na visão de que “...a verdade é que mães - e pais - exercem muita mais influência sobre o desenvolvimento intelectual de seus filhos do que é comumente imaginado. De fato, mais de três décadas de pesquisas mostra que as famílias têm uma influência muito maior sobre os resultados acadêmicos de uma criança do que qualquer outro fator - incluindo as escolas.” 
Com um governo fortemente de inclinação marxista, principalmente nos meios pedagógicos com uma visão “amoral” em vez de laica; governo este que está cedendo muito espaço para o ativismo gay, não no sentido de evitar a discriminação, mas no propósito de homossexualizar e amoralizar uma cultura já fortemente erotizada. É de se esperar uma reação desse tipo por parte de milhões de pais e pedagogos neste nosso país Brasil, a Educação no Lar é antes de tudo um direito democrático, porém precisa de fiscalização e cuidado, isso um pais sério com certeza pode ter.

Pr. Pedro Paulo Barbosa 

CHRISTAFARI, MUITO BOM COMPREI OS CDS.

Cara, muito bom esse som !!




Se achar compre sem ouvir, os três são muito bons, gostoso de ouvir, e é santo, tenho os três, comprei original pois pirataria é pecado e pilantragem da grossa, "No Compromisse " e o "To The Foundation", comprei-os pela Internet, no CDGOSPELSTORE   http://www.cdgospelstore.com.br , o "Dubsound & Power" comprei em Anápolis, bem baratinho, dez ou quinze reais. Eu Recomendo.

Site com ótimas promoções

"Descobrindo o espírito da Maçonaria", o Livro do Ronan

Geldes Ronan Passos, é um dos homens mais corajosos que conheço, além de ex-maçom de grau 33, ele é ex-macumbeiro, ex-chefe de terreiro, foi empresário metalúrgico em Goiânia, passou grande luta, perseguido e ameaçado de morte, se converteu a Cristo. Morou em Redenção no Pará e hoje está em Palmas-TO, trabalha com consultoria e dá cursos e palestras a empresários e funcionários públicos. O livro de Geldes foi lançado a primeira vez em Redenção-PA de forma independente.  A editora Naós se interessou pelo Livro e pelo testemunho autêntico, lançando-o nacionalmente, o que deverá causar muita polêmica. No livro Geldes Ronan, ele afirma que a Maçonaria é uma religião envolvida profundamente com o espiritismo e cheia de simbologia ocultista. 

 

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

ITAUÇU, A CIDADE DAS LANCHONETES NO GOIÁS

A CIDADE DAS LANCHONETES 24 HORAS


As quatro Lanchonetes de Itauçu que funcionam 24 horas, fica na Rodovia GO 070, essa rodovia liga a região a Goiás Velho e Aruanã, cidades turísticas. Quando for para Goiânia ou Anápolis dê uma "esticadinha" indo até Itauçu em Goiás, outra curiosidade dessa cidade de 10 mil habitantes, é que a agência bancaria é do ITAU.  
 As 4 lanchonetes 24 horas, três delas não possuem portas, literalmnete sem portas. Tem a Porta Aberta, Bambuí, Brittos e Big House. A Bambuí é a mais famosa, lá se encontra da pamonha ao x-salada, do suco de laranja ao caldo de frango; dos isniks às batatas fritas.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

FUJA DO RIO, HÁ OUTROS LUGARES MARAVILHOSOS PARA SE VIVER NO BRASIL





Fuja do Rio de Janeiro, a ex-cidade maravilhosa, há outros lugares bons pra se viver no Brasil, lugares onde se vive bem, até mesmo no interior do Estado do Rio de Janeiro; mas a cidade ficou caótica e com essa politica de valorização do bandido, com menores sendo soldados do tráfico, homens que não podem ser presos, defendidos por ONGs confusas que não entendem a questão, um monte de policiais despreparados e assustados. Fuja do Rio, vá para o Norte ou Centro Oeste, pode não ter praia, mas certamente tem mais paz. É uma guerra, onde o grande bandido é também o usuário de drogas, os maconheiros e cheiradores de cocaína que infestam as baladas da classe média.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Assembleia de Deus comemora chegada de fundadores - 19 / 10.

Assembleia de Deus comemora chegada de fundadores

No dia 19 de novembro 1910,

Assembleia de Deus comemora chegada de fundadores (Foto: Rogério Uchôa)
Vestidos a caráter, atores encenam a chegada dos dois pastores (Foto: Rogério Uchôa)

Membros da Assembleia de Deus comemoraram, no dia 19/ 11, o centenário da chegada dos pastores Daniel Berg e Gunnar Vingren, fundadores da Igreja. Segundo a história, os dois pastores suecos, vieram dos Estados Unidos em 1910, e aportaram em Belém no dia 19 de novembro do mesmo ano.

No dia 18 de junho de 1911, os pastores fundaram a Assembleia de Deus, que se tornou uma das maiores instituições religiosas do mundo. Hoje, são cerca de 60 milhões de fiéis espalhados em 162 países. Para celebrar os seus 100 anos de existência, a Assembleia de Deus tem realizado diversas atividades que contam um pouco de sua trajetória.

O encerramento da festividade ocorrerá nos dias 16, 17 e 18 de junho, nas novas instalações da Igreja, em Belém. A Igreja também projetou algumas metas para o seu centenário, entre elas a realização de 10 mil batismos, a construção de mil núcleos missionários, 100 novos templos e a doação de
500 toneladas de alimentos.

No evento do dia 19, até as condições do tempo estavam similares ao registrado um século atrás. “No dia em que eles chegaram a Belém, estava ventando muito e a maré estava jogando bastante”, afirmou o pastor Ronaldo Barata.

CELEBRAÇÃO
Durante a celebração, um barco saiu do trapiche do Complexo Ver-o-Rio, com vários convidados e atores, que encenavam os dois pastores e outros personagens da época, todos devidamente vestidos à caráter. Por volta das 18h, a embarcação se aproximou da escadinha da Estação das Docas.

Os atores entraram em um barco menor e foram transportados até o cais do porto, onde uma multidão de evangélicos já os aguardava. O pastor Ronaldo Barata afirma que a comemoração é uma forma de mostrar às pessoas como aconteceu a chegada dos pastores suecos a Belém, o que, meses depois, culminou na fundação da Assembleia de Deus.

“Foi uma ideia muito boa e muito bem aceita. Somos uma igreja genuinamente paraense. Após a criação, mudaram muitos poderes e paradigmas. A Assembleia de Deus foi fundada pela fé, e agora estamos caminhando para o nosso centenário”. Diz o pastor.

(Diário do Pará)