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segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Milionário britânico muda de sexo, se arrepende e muda de sexo de novo

Milionário britânico muda de sexo, se arrepende e muda 

de sexo de novo

QUARTA-FEIRA, 10 DE NOVEMBRO DE 2010


"Pessoas que pensam que são uma mulher presa num corpo masculino é completamente iludido. Eu também fiquei. Eu precisava de orientação, não uma operação de mudança de sexo". Charles Kane



Charles Kane e Victoria Emms em foto divulgada pela imprensa britânica. (Foto: Reprodução)

SAM HASHIMI SE TRANSFORMOU EM SAMANTHA KANE APÓS OPERAÇÃO EM 1997. EM 2005, ELE SE ARREPENDEU, VIROU CHARLES KANE E AGORA VAI SE CASAR.

O milionário britânico Charles Kane, de 50 anos, fez cirurgia para mudar de sexo duas vezes.
Nascido Sam Hashimi, o homem de negócios, divorciado e pai de dois filhos, mudou de sexo em 1997 e passou a se chamar Samantha Kane, segundo o "Daily Mail".
À época, ele gastou cerca de £100 mil (cerca de R$ 274 mil) em operações e ficou tão parecido com uma mulher que chegou até a ter um relacionamento sério com outro ricaço, como ele contou à imprensa local.

Como Samantha, ele passou a trabalhar como designer de interiores e a levar uma vida glamurosa, frequentando o "jet set" do principado de Mônaco.
Mas, em 2004, depois de sete anos vivendo como mulher, ele descobriu que tinha cometido um "terrível engano", abalado pelo fim de um casamento de 12 anos e pelo afastamento dos filhos.
Ele concluiu que havia enjoado da vida que levava como mulher e que, no fundo, queria continuar sendo homem.

Afirmou que odiava o fato de que os hormônios femininos o haviam tornado instável emocionamente. Ele estava enjoado de ir às compras, e sexo com homens havia sido uma decepção.
Então, cinco anos atrás, Charles gastou mais £25 mil (cerca de R$ 68 mil) em três operações na clínica de gênero do hospital Charing Cross, em Londres, para voltar a ser homem.
Seus implantes de seios foram retirados, e os órgãos genitais foram reconstituídos com enxertos de pele de sua barriga.

Mas o problema é que ele não era mais o homem que costumava ser, e "vestígios" de sua aparência feminina persistiam.
Até hoje, ele precisa tomar doses diárias de testosterona, que o seu corpo não produz mais naturalmente.

Sam com sua primeira mulher ...

...e como Samantha

Novamente como homem, suas primeiras tentativas de sair com mulheres acabavam em rejeição e humilhação, relatou. Muitas delas desistiam dele quando descobriam sua história.
Mas ele finalmente encontrou Victoria, de 28 anos, e está levando uma vida feliz e está de casamento marcado para o final de 2011. Victoria até se separou do pai de seu filho para ficar com Charles.

Fonte: G1

Fonte: Blog "Somente a Verdade - Pr. Ricardo  Ribeiro"

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Gays e transexuais como modelos nas escolas públicas da Califórnia

Gays e transexuais como modelos nas escolas da Califórnia

Bob Unruh

Legisladores do estado da Califórnia estão propondo uma lei que requer que as escolas tratem lésbicas, homossexuais, transsexuais e aqueles que escolhem outros estilos de vida sexuais alternativos como modelos de papel positivo para crianças em todas as escolas públicas.
O projeto de lei tem o patrocínio do senador Mark Leno. Abertamente homossexual, Leno se orgulha de ter fundado uma empresa com seu 'parceiro de vida Douglas Jackson', que depois morreu de complicações da AIDS.
Em seu site, Leno expressou sua preocupação: "A maioria dos livros didáticos não inclui nenhuma informação histórica sobre o movimento LGBT, que tem grande importância para a história tanto da Califórnia como dos Estados Unidos".
"Nosso silêncio coletivo nesta questão perpetua estereótipos negativos do povo LGBT e leva a um maior bullying dos jovens. Nós não podemos simultaneamente dizer aos jovens que é certo eles serem eles mesmos e viver uma vida aberta e honesta, quando nós nem estamos ensinando aos estudantes sobre as personalidades históricas LGBT ou o movimento de direitos iguais LGBT", ele disse.
Entretanto, a Campaign for Children and Families, organização pró-família, em sua mensagem, alerta que "crianças já no jardim-de-infância serão ensinadas a admirar a homossexualidade, 'casamentos' de mesmo sexo, bissexualidade e transexualidade".
"As crianças serão atraídas para entrar no ativismo político para apoiarem tudo o que é promovido pelos grupos políticos 'gays, lésbicos, bissexuais, transgêneros, intersexuais e questionadores', porque o projeto de lei pede 'ênfase particular em retratar o papel desses grupos na sociedade contemporânea'".
Além disso, o projeto prevê que "professores retratem de forma positiva a homossexualidade, 'casamentos' do mesmo sexo, bissexualidade e transexualidade... porque ser silencioso os expõe à acusação de 'refletir negativamente".
"Isso é uma doutrinação sexual radical, que pais genuinamente não querem e crianças realmente não necessitam", diz a declaração.
O comentário do Conselho Legislativo da Califórnia sobre o plano afirma que a lei "requereria que a instrução em ciências sociais também incluísse um estudo do papel e contribuições de americanos índigenas, afro-descendentes, mexicanos, asiáticos, pessoas advindas das ilhas do Pacífico, euro-americanos, lésbicas, gays, bissexuais e americanos transgêneros... para o desenvolvimento da Califórnia e dos Estados Unidos".
O projeto de lei também propõe a "ênfase particular em retratar o papel destes grupos na sociedade contemporânea" no ensino.
Randy Thomasson, líder do Campaign for Children and Families, nota que os diretores de escola teriam que escolher livros didáticos e outros materiais que promovem abertamente o homossexualismo, porque o silêncio "os expõe a acusações de 'refletir negativamente", destacando que os pais não poderão tirar seus filhos dessas aulas.
Thomasson disse ao WND que essa lei é mais um passo, seguindo as várias leis do tipo aprovadas anteriormente na Califórnia que severm ao propósito duplo de reprimir valores tradicionais da família e promover os "alternativos".
"As escolas públicas da Califórnia não são mais lugares seguros moralmente para meninos e meninas", ele disse ao WND. "Este novo projeto de lei, SB 48, reflete o desejo dos legisladores do Partido Democrático da Califórnia de recrutar garotos e garotas para apoiar a agenda homossexual-bissexual-transexual, tanto de forma pessoal pessoal quanto pública".
"Atirar esse balde de despejo na cara de crianças facilmente influenciáveis é algo que a maioria das pessoas acha nojento".
Fonte: WND
Tradução, editado, resumido e adaptado por: Júlio Lins, editor do blog Mente Conservadora.
Revisado por Julio Severo

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

PRESENTE DO GOVERNO LULA - MEC irá distribuir Kit Gay para crianças de 7 a 10 anos com cenas de homossexualismo adolescente


MEC irá distribuir Kit Gay para crianças de 7 a 10 anos com cenas de homossexualismo adolescente


Kit Gay para alunos conterá um DVD com uma história aonde um menino vai ao banheiro e quando entra um colega, se diz apaixonado pelo mesmo e assume sua homossexualidade.
MEC irá distribuir Kit Gay para crianças de 7 a 10 anos com cenas de homossexualismo adolescente
Ele ainda nem foi lançado oficialmente. Mas um conjunto de material didático destinado a combater a homofobia nas escolas públicas promete longa polêmica. Um convênio firmado entre o Ministério da Educação (MEC), com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), e a ONG Comunicação em Sexualidade (Ecos) produziu kit de material educativo composto de vídeos, boletins e cartilhas com abordagem do universo de adolescentes homossexuais que será distribuída para 6 mil escolas da rede pública em todo o país do programa Mais Educação.
Parte do que se pretende apresentar nas escolas foi exibida ontem em audiência na Comissão de Legislação Participativa, na Câmara. No vídeo intitulado Encontrando Bianca, um adolescente de aproximadamente 15 anos se apresenta como José Ricardo, nome dado pelo pai, que era fã de futebol. O garoto do filme, no entanto, aparece caracterizado como uma menina, como um exemplo de um travesti jovem. Em seu relato, o garoto conta que gosta de ser chamado de Bianca, pois é nome de sua atriz preferida e reclama que os professores insistem em chamá-lo de José Ricardo na hora da chamada.
O jovem travesti do filme aponta um dilema no momento de escolher o banheiro feminino em vez do masculino e simula flerte com um colega do sexo masculino ao dizer que superou o bullying causado pelo comportamento homofóbico na escola. Na versão feminina da peça audiovisual, o material educativo anti-homofobia mostra duas meninas namorando. O secretário de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do MEC, André Lázaro, afirma que o ministério teve dificuldades para decidir sobre manter ou tirar o beijo gay do filme. “Nós ficamos três meses discutindo um beijo lésbico na boca, até onde entrava a língua. Acabamos cortando o beijo”, afirmou o secretário durante a audiência.
O material produzido ainda não foi replicado pelo MEC. A licitação para produzir kit para as 6 mil escolas pode ocorrer ainda este ano, mas a previsão de as peças serem distribuídas em 2010 foi interrompida pelo calor do debate presidencial. A proposta, considerada inovadora, de levar às escolas públicas um recorte do universo homossexual jovem para iniciar dentro da rede de ensino debate sobre a homofobia esbarrou no discurso conservador dos dois principais candidatos à Presidência.
O secretário do MEC reconheceu a dificuldade de convencer as escolas a discutirem o tema e afirmou que o material é apenas complementar. “A gente já conseguiu impedir a discriminação em material didático, não conseguimos ainda que o material tivesse informações sobre o assunto. Tem um grau de tensão. Seria ilusório dizer que o MEC vai aceitar tudo. Não adianta produzir um material que é avançado para nós e a escola guardar.”
Apesar de a abordagem sobre o adolescente homossexual estar longe de ser consenso, o combate à homofobia é uma bandeira que o ministério e as secretarias estaduais de educação tentam encampar. Pesquisa realizada pelas ONGs Reprolatina e Pathfinder percorreram escolas de 11 capitais brasileiras para identificar o comportamento de alunos, professores e gestores em relação a jovens homossexuais. Escolas de Manaus, de Porto Velho, de Goiânia, de Cuiabá, do Rio, de São Paulo, de Natal, de Curitiba, de Porto Alegre, de Belo Horizonte e de Recife receberam os pesquisadores que fizeram 1.406 entrevistas.
O estudo mostrou quadro de tristeza, depressão, baixo rendimento escolar, evasão e suicídio entre os alunos gays, da 6ª à 9ª séries, vítimas de preconceito. “A pesquisa indica que, em diferente níveis, a homofobia é uma realidade entendida como normal. A menina negra é apontada como a representação mais vulnerável, mas nenhuma menina negra apanha do pai porque é pobre e negra”, compara Carlos Laudari, diretor da Pathfinder do Brasil.
Fonte: Correio Braziliense / Gospel+
Via: Galileo