quarta-feira, 20 de julho de 2011

O risco do ativismo gay nas escolas

O risco do ativismo gay nas escolas


Linda Harvey





NewsWithViews.com


Será que os professores homossexuais têm probabilidade maior de seduzir ou atacar sexualmente estudantes do que professores heterossexuais? Durante os séculos, a tradição sustentou que os jovens estão sempre em perigo quando os praticantes do homossexualismo têm permissão de interação próxima com eles. Essa opinião baseia-se numa realidade que é ainda mais que evidente.


Os ativistas homossexuais afirmam exatamente o contrário. Ao se dirigirem às escolas e aos pais, eles sustentam que os homossexuais têm menos probabilidade de molestar as crianças do que os heterossexuais. Alguns eventos, porém, indicam que suas alegações não são simplesmente verdadeiras.

Primeiramente, há uma questão bem entendida entre todas as organizações de jovens e escolas, de que adultos que sentem interesse sexual em crianças e jovens buscarão emprego onde há acesso fácil às crianças — escolas, grupos de jovens, acampamentos, grupos de escoteiros e assim por diante. Por isso, as organizações de jovens responsáveis são tradicionalmente cautelosas na hora de recrutar e empregar e tiram para fora os que poderiam representar um risco.

Mas os dois principais grupos de educação dos ativistas homossexuais, que fazem pressão intensa nas escolas públicas, experimentaram incidentes escandalosos em 2000 que revelam um lado sombrio de sua idéia de que líderes homossexuais não representam perigo.


Em agosto de 2000, o presidente da filial, na cidade de Toledo, da entidade PALG (Pais e Amigos de Lésbicas e Gays) liderou um comício de protesto contra a organização de escoteiros ali. Mas o que acabou sendo descoberto é que ele é um molestador de crianças já condenado pela justiça. John Helmstreet, que confessa ser homossexual, havia organizado um protesto em frente do prédio dos escoteiros. Helmstreet confessou que em 1992 ele molestou sexualmente um menino de 10 anos. Quando lhe perguntaram se os grupos de escoteiros deveriam excluir os homossexuais, ele não deu resposta. O grupo gay REGLH também patrocinou o protesto. 1 Até 2001, o nome de Helmstreet ainda aparecia na lista da página de Internet da PALG de Toledo como presidente da filial. O que é irônico é que essa filial se reúne numa igreja episcopal.





Um assistente social escolar que era líder da REGLH (Rede de Educação Gay, Lésbica e Heterossexuais) foi preso em agosto de 2000numa investigação de Internet. Dave P. Thomas de Chicago foi acusado de aliciamento de um menor. O menor, que foi identificado como um menino entre 13 e 16 anos, havia se encontrado com Thomas em várias ocasiões para fins sexuais. 





O que é incrível é o modo como o público homossexual apóia abertamente o sexo com crianças. Há poucas tentativas de mascarar isso. Aliás, isso freqüentemente é exibido sem rodeios. O mestre de cerimônias da parada do orgulho gay da cidade de San Francisco em 1999foi Harry Hay. Hay foi um dos fundadores do movimento de direitos gays nos EUA na década de 1950 e 1960. Hay apoiou publicamente o grupo pedófilo NAMBLA (Associação Norte-Americana de Amor entre Homens e Meninos). Em 1993, ele até marchou na parada da NAMBLA. 



Esses fatos nos levam a perguntar qual é a real motivação do ataque de grande escala dos homossexuais contra os grupos de escoteiros. É só uma questão de querer o que eles interpretam como “direito civil” ou há mais interesses escondidos?

Em novembro de 1992, o boletim da NAMBLA publicou uma carta aberta aos grupos de escoteiros que essencialmente chamava os escoteiros para “cessar… a discriminação de pessoas abertamente gays ou lésbicas na nomeação de mestres de escoteiros e entre… os membros”. A carta também declarava: “Temos uma mesma missão em comum — trazer um entendimento, luz e propósito maior para os jovens em sua fase de crescimento”. 

A NAMBLA esteve implicada em outro caso envolvendo um menino de 10 anos, Jeffrey Curley, da cidade de Boston. Dois homens foram acusados no horrível estupro e morte de Jeffrey em outubro de 1997. Foram encontradas publicações da NAMBLA na casa de Charles Jaynes, um dos dois homens. Os pais do menino estão processando a NAMBLA em 10 milhões de dólares, e exigindo que sejam revelados os nomes de todos os membros da NAMBLA. 

Se os homossexuais não têm nenhum interesse sexual especial nas crianças, conforme alegam, então por que sempre surgem tais fatos preocupantes?



Na cidade de Manchester, N.H., uma escoteira de 12 anos foi molestada sexualmente por sua líder escoteira de 18 anos durante o tempo que passaram hospedadas a noite numa igreja em fevereiro de 2001. A jovem confessou que beijou a menina e ofereceu-se para “ajudá-la” se ela quisesse experimentar um encontro com uma mulher.



A organização de escoteiras vem adotando uma postura defensiva acerca de seu apoio a programas pró-homossexualismo nas escolas, inclusive o vídeo de promoção de famílias homossexuais chamado “That’s a Family”. Anos atrás, a presidente, Connie Matsui, apareceu numa conferência de imprensa na Casa Branca depois de uma exibição do filme, que transborda de famílias com filhos criados por lésbicas e homens homossexuais.

Durante muitos anos, as escoteiras tem permitido que lésbicas sejam líderes em sua organização. De acordo com uma fonte, um terço de toda a equipe do escritório central das escoteiras americanas são lésbicas. 


 No entanto, as escoteiras não são evidentemente a única organização a fazer isso. Políticas proibindo discriminação na base da “orientação sexual” foram promulgadas nas organizações Boys and Girls Clubs of Americathe Camp Fire GirlsNational 4-H Council e YMCA Indian Guides.9
A organização de escoteiras de South Jersey Pines possui um acampamento de 490 acres em Newfield, N.J., onde o Acampamento de Verão da Montanha Meadow é realizado. O acampamento oferece uma experiência de “acampamento feminista” para as meninas.




O foco do acampamento são as filhas de 9 a 17 de pais homossexuais, solteiros e “progressistas”. O formulário de inscrição para o acampamento pergunta aos campistas se eles são do sexo masculino, feminino ou “outro”. A diretora do acampamento é uma lésbica que diz ser membro fundadora de Vingadoras Lésbicas, uma organização de militantes lésbicas da cidade de Chicago. 



A molestação sexual de crianças é um evento diário porque os homossexuais têm agora mais acesso aos filhos das pessoas. O ex-líder de escoteiros e pastor de jovens Christopher Reardon está atualmente sendo julgado por acusações de molestação envolvendo rapazes de 19anos em Middleton, Massachusetts. 


E o professor Milton McFarlane, de Bronx, N.Y., que é portador do HIV, foi acusado de estuprar um estudante de 9 anos e repetidamente estuprar outro estudante de 8 anos. Os dois estudantes foram atacados na escola que freqüentavam e onde McFarlane ensina na seção de Williamsburg do Bronx. Em 1998, McFarland havia sido investigado por acusações de que ele se exibiu para um estudante e abriu o zíper da calça de outro, mas o caso foi abandonado porque os relatos dos estudantes estavam em conflito. McFarland teve permissão de continuar ensinando. 



Não é hora de percebermos o perigo e protegermos nossos filhos? Homossexuais confessos não deveriam ter permissão de ensinar ou dirigir grupos de jovens. Precisamos desconfiar de todos os apoiadores ou praticantes do homossexualismo que querem acesso aos nossos filhos.





Fontes:
1. www.worldnetdaily.com, August 22, 2000
2. Chicago Sun-Times, August 31, 2000
3. Reported in Family Research Council's “Culture Facts,” May 13, 1000
4. Nambla Bulletin, Vol. 13, No. 9, November 1992, as quoted by Abiding Truth Ministries, Citrus Heights, CA
5.“ACLU terms NAMBLA suit a ‘withc hunt’”, Boston Herald, July 18, 2001
6. Manchester Union-Leader, June 4, 2001
7. “Who’s Telling the Truth About the Girl Scouts?” by Ed Vitigliano, www.agapepress.org, May 8, 2001
8. “Female Liberalism Pervades Girl Scouts, Says Ex-Scout”, by Jason Pierce, www.cnsnews.com, July 17, 2001
9. “Go Ahead, Bury the Cookies”, The Advocate, May 22, 222001
10. “Alternative Fun in the Sun”, by Michael Betsch, www.cnsnews.com, July 3, 2001
11. “Trial Set to Open for Trusted Youth Minister, Scout Leader Accused of Molesting Boys”, by Adam Gorlick, Associated Press, July 9, 2001
12. “Cops: HIV Teacher Raped Boy, 9”: by Murray Weiss, Ed Robinson, Carl Campanile, Maria Malave and fBill Sanderson, New York Post, May 3, 2001
© 2001 - Linda P. Harvey - All Rights Reserved


Linda P. Harvey é presidente of Choice For Truth, a project of Mission America, P.O. Box 21836, Columbus, OH, 432211-0836, (614)442-7998. e-mail:missiona@ee.net websites: www.missionamerica.com and www.Choice4Truth.com
Tradução e adaptação de Julio Severo: www.juliosevero.com.br

terça-feira, 19 de julho de 2011

Governador da Califórnia sanciona lei que ordena currículo pró-homossexualismo nas escolas



SACRAMENTO, Califórnia, EUA,  Numa ação que poderá ter repercussões nos Estados Unidos como nação, Jerry Brown, governador da Califórnia, sancionou uma lei polêmica que ordena que as escolas públicas ensinem as crianças acerca “do papel e contribuições” de figuras homossexuais históricas dos EUA.
A lei também proíbe materiais que “contêm qualquer assunto que reflita negativamente” os gays na base da identificação sexual.
Na quinta-feira, Brown sancionou a lei SB 48, que foi designada para entrar em vigor em janeiro do próximo ano, embora o jornal San Francisco Gate tenha feito o comentário de que a crise fiscal do estado está tão profunda que o governo da Califórnia não terá condições de comprar os novos livros didáticos até, no mínimo, 2015.
Promovida como um antidoto para o bullying contra gays nas escolas, a lei ordena que os livros didáticos coloquem em destaque os indivíduos homossexuais e suas atividades na história dos EUA. Simultaneamente, a lei reforça sua mordaça nos princípios religiosos, observando que “quaisquer doutrinas ou propagandas sectaristas ou denominacionais contrárias à lei” são proibidas.
O texto da lei termina com um tiro de advertência nas escolas particulares da Califórnia, declarando: “Esta assembleia legislativa determina que as escolas alternativas e independentes prestem atenção nas cláusulas desta lei à luz da Seção 235 das Leis Educacionais, que proíbem discriminação… em todo aspecto da administração das escolas alternativas e independentes”.
A lei não inclui nenhuma exigência de idade mínima, significando que as mudanças poderão afetar até mesmo os primeiros anos do ensino fundamental, comenta a agência Baptist Press.
“A história deve ser honesta”, disse o governador Brown numa declaração ao sancionar a lei, acrescentando que a lei “garante que as importantes contribuições dos americanos de todas as origens e modos de vida sejam incluídas em nossos livros de história”.
A assembleia legislativa havia aprovado a lei por uma votação de 49 a 25 em 6 de julho, depois de um debate acalorado. Tim Donnelly, deputado republicano, expressou da tribuna indignação com a lei.
“Penso que uma coisa é dizer que temos de ser tolerantes. Outra coisa totalmente diferente é dizer que meus filhos vão receber lições na escola de que esse estilo de vida é bom”, disse Donnelly, de acordo com a Associated Press. “Como cristão, estou profundamente ofendido”.
Enquanto isso, organizações que defendem a família estão expressando temor com as óbvias implicações da lei para o mercado nacional de livros didáticos.
“A realidade é que as grandes editoras de livros didáticos não criam diferentes livros didáticos para cada estado”, disse Brad Dacus, presidente do Instituto de Justiça Pacífica (IJP), numa declaração em 6 de julho. “Em vez disso, elas buscam cumprir ordens e contratos nos maiores estados, principalmente Califórnia e Texas. Como consequência, muitos estados menores são pressionados a aprovar os materiais escolares orientados na Califórnia, os quais têm agora de se prostrar diante das exigências de uma história homossexual”.
No começo deste mês, em união com outros bispos da Califórnia, o arcebispo José H. Gomez de Los Angeles criticou fortemente a lei SB 48 como um ataque nos direitos dos pais, dizendo que a lei “equivale ao governo rescrevendo os livros de história com base nas políticas dos grupos de pressão”.


Fonte:  Blog do Julio Severo

sábado, 2 de julho de 2011

POR AMOR AOS HOMOSSEXUAIS


POR AMOR AOS HOMOSSEXUAIS
 
Não podemos impedir a “prática homossexual”, nem Deus a impede, esta prática está no campo do livre arbítrio humano, é uma escolha pessoal. Homossexualismo ou homossexualidade é pecado, mas não é crime no Brasil e nem é crime na maioria das nações democráticas do Ocidente. Contudo, qualquer seguimento social, como as prostitutas, alcoólatras, travestis, nazistas, neonazistas, neo-comunistas, etc; até mesmo evangélicos e pastores, estão sujeitos a críticas – isto é a liberdade de expressão e o direito a discordar de algo; pois na maioria dos países, já existem leis contra a discriminação social de pessoas de grupos sociais diferentes, é o direito de existir e viver.
Sou contra a PL – 122, por entender claramente que se trata de uma “Lei de privilégios” e não o de combater a discriminação; essa lei é uma causa não dos gays em geral, mas de uma minoria ativista que faz muito barulho em absurdas reivindicações.
Eu tento imaginar o que Ló sobrinho de Abraão tanto sofria em sua alma justa na cidade de Sodoma (Genesis 19: 23), cidade esta que veio a ser destruída por Deus por conta de seus inúmeros pecados, que iam da pedofilia a assassinatos e seqüestros, passando pela sodomia aos estupros coletivos a uma vítima, e tudo mais de coisas ruins e injustas. Como Ló, também gememos por conta dos pecados contra Deus, esse humanismo Greco-romano  exacerbado que privilegia demais o homem e ignora Deus totalmente – “Trocaram a verdade de Deus pela mentira, e adoraram e serviram a criaturas e coisas criadas, em lugar do Criador, que é bendito para sempre, Amém” Romanos 1: 25. Essa é a essência do humanismo, trocar Deus pelo homem.

Nós como Igreja vamos ter que mudar de atitude, principalmente na questão indiferença, mudar não significando aceitar homossexualismo como uma prática santa, pois como condenamos biblicamente a prática da prostituição, do alcoolismo, etc., também criticamos o pecado do homossexualismo, entendendo que é um problema de nossos dias que será enfrentado de forma diferenciada; mas sabemos que os cristãos sempre amaram pessoas, independente do que sejam, amam-se pessoas e não as suas práticas pecaminosas.

Mas devemos sim, tratar com mais cuidado a causa da evangelização dos homossexuais e homoafetivos. Eu, minha irmã e minha sobrinha estávamos num shopping em Belém, e minha irmã viu um casal de lésbicas se beijar na boca, foi só uma bitoca, isso choca por que é estranho, mas é também como ver ao homem casado que está com sua amante num local público; pecado é pecado.

Mas vamos pensar a nível de igreja; imaginemos uma cena: um casal de homossexuais homens chega de mãos dadas para assistir a um culto numa igreja em que você é membro? Qual será a reação do porteiro ou introdutor ? Com muito carinho e certo cuidado, e deve-se convidá-los a entrar e ceder-lhes um bom lugar para sentarem juntos, para que possam ouvir a Palavra de Deus.

Aprendemos a tratar bem as prostitutas e os bêbados; temos que por obrigação, aprender a lidar com este seguimento e evitar “aqueles olhares” e cochichos, bem, vocês sabem o que quero dizer !!

Pensemos qual seria a reação de Jesus se recebesse um casal de gays numa reunião evangelística ?? Amor é um débito para com todos os homens – “não devam nada a ninguém, a não ser o amor de uns pelos outros, pois aquele que ama seu próximo tem cumprido a lei”  Romanos 13: 8 e “O amor não pratica o mal contra o próximo. Portanto, o amor é o cumprimento da Lei” Romanos 13: 10; e se tivermos de levar uma cesta básica a casa de um casal de gays? E como tratar os filhos de casais homossexuais na escola dominical?, Essas são questões que temos que começar a pensar e treinar nosso pessoal pra isso, com amor tudo se resolve.

Li o testemunho do ator cristão Caique oliveira, líder do Ministério Jeová Nissi, Caique que aos 19 anos, converteu-se ao evangelho e abandonou completamente o comportamento homossexual. Ele diz numa entrevista à revista Show da Fé, ano 12, n° 143 – “Desviei-me dos caminhos do Senhor aos 12 anos e me envolvi com a homossexualidade de forma muito intensa. Trabalhava na noite e saía com homens cujo nome eu sequer sabia. Meu encontro com Cristo aconteceu porque namorava um rapaz que se converteu e me chamou para ir a igreja com ele. Quando cheguei lá, tive um encontro com Deus. No entanto, meu processo de libertação foi muito lento e delicado – demorou cerca de três anos.”  Ele ainda fala sobre igrejas e homossexuais – “(....) Muitos homoafetivos irão se converter, e, então, o que vai acontecer? As igrejas estão lotadas de jovens com tendências homossexuais nos ministérios de louvor ou em posições de liderança, os quais me procuram desesperados por não saberem o que fazer. Os pastores não dão devida atenção a essa área. Em Belo Horizonte (MG), por exemplo, uma igreja começou a evangelizar os travestis e fez um terceiro banheiro para eles, o que causou muita polemica. Ora, como ganhar essas almas se não estamos preparados para isso?”


O testemunho de Caique não é bem visto pelo ativismo gay; devemos separar as coisas, ser contra o homossexualismo, é ser contra uma prática e não exatamente um ato de discriminação  a pessoas. Assim como evangelizamos mendigos, alcoólatras, viciados, prostitutas, criminosos nas cadeias, etc., nós devemos ter muito carinho para com a evangelização de homoafetivos, travestis, lésbicas, etc., gente que precisa de Deus, eu sei que milhares vão se converter a Cristo nos próximos anos. Amar essas pessoas e se interessar por elas são um dever cristão.




Pedro Paulo Barbosa

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Missão Brasileira leva tratamento odontológico grátis a Ilha de Bubaque

PROGRAMA REOBOTE- MCM
O SENHOR NOS ABRIU ESPAÇO NESSA TERRA E PROSPERAREMOS!
ESTAMOS VIVENDO SONHOS REALIZADOS...GLÓRIA A DEUS!



Graça e paz amados irmãos e amigos da MCM!


Quero trazer aos irmãos através dessas simples palavras, a gratidão não só da minha parte por terem enviado o pastor Ledilson, mas também de todos aqueles que foram atendidos por ele. Inauguramos e efetivamos o consultório odontológico na ilha de Bubaque.


Posso declarar que foram dias de muito trabalho para nós, mas de muita alegria para o povo Bijagós. 

Em 10 dias de trabalho, conseguimos atender 137 pessoas, mas incontáveis delas ainda ficaram para trás sem terem os seus dentes restaurados. E o clamor delas é: “quando esse pastor voltará para curar meus dentes?”.


A alegria daqueles que estavam com os dentes da frente todos estragados, que sentiam vergonha de sorrir, agora querem sorrir todo o tempo, com um sorriso bonito! Como o caso da Mariana, que se converteu a 4 anos atrás. 

Sempre me perguntava quando ela teria a oportunidade de ter os dentes tratados, porque ela tinha vergonha dos dentes, de sorrir. Quando eu ouvia isso, ai sim o sonho de ter um consultório odontológico aqui na ilha aumentava, crescia ainda mais. 


Sonhei, orei e profetizei por anos, e o nosso Deus, o Deus que realiza sonhos ouviu e nos concedeu mais essa benção. 

Realizou não só o meu sonho e de Mariana mais de muitos outros.  Mariana hoje não para de louvar e agradecer a Deus, e todo o tempo me diz: “Ah pastora, Jesus me ama, Ele realmente ouve nossas orações!”.


Todo trabalho social que estamos fazendo aqui nessa ilha e em outras ilhas as quais também estamos evangelizando, têm um único fim e propósito, levar o reino de Deus as pessoas, fazer o nome de Jesus conhecido a todos desse arquipélago. E durante todos os dias do tratamento dentário portas foram abertas para evangelizarmos muitos muçulmanos, que vieram para serem atendidos. 


Pela necessidade que há aqui, o pastor Ledilson ensinou a mim e mais dois obreiros (Admir e Armando) a arrancarmos dentes, e já estamos colocando em prática o que aprendemos.
Queremos agradecer também a equipe da Dental Adelar que foram usados por Deus e nos ofertaram todo o consultório odontológico, muito obrigado mesmo!



CONSTRUÇÕES

Continuamos trabalhando arduamente nas construções da clínica e escola, agora já fizemos a cobertura, ufa! Conseguimos antes da chuva, agora aqui está chovendo muito. Prosseguiremos agora com reboco, contra-piso, etc. A escola tem que ficar pronta antes de outubro, é quando se inicia o próximo ano letivo aqui.


Queremos agradecer a MCM e todos que ofertaram para essas construções, e pedir que continuem orando pelos recursos até concluirmos toda a obra, ainda faltam muitas coisas a serem feitas. 




ESCOLA E ATENDIMENTO DE SAÚDE

As crianças da escola também tiveram atendimento odontológico, receberam escovas, aulas de escovação, e também tratamento com flúor uma vez por semana, quatro semanas seguidas. E todos os dias após a merenda elas fazem a escovação, imaginem a festa!

Esse é o último mês de aula, estamos nas revisões para iniciarmos as provas. Durante a revisão, também revisamos todos os versículos  bíblicos  já decorados. É tremendo vê-los recitar tantos versículos, principalmente os filhos de muçulmanos que temos na escola. Profetizamos que esses são os futuros profetas dessa geração!


Prosseguimos com o atendimento para toda ilha, e pedimos suas orações também por mais uma viagem para a ilha de Witi, no no fim desse mês, onde estaremos não só levando medicamentos, mas também consolidando as 50 pessoas que se converteram, e realizando culto evangelístico para alcançar a outros.



IGREJA E TREINAMENTO DE OBREIROS

A igreja tem crescido muito espiritualmente e numericamente, estamos preparando alguns jovens para o batismo. Temos tido cultos avivados, alegres com toda alegria que os africanos têm.


Há cada culto é um momento especial, diferente. Temos uma senhora de nome Mariama que com freqüência tem participado dos cultos, ela é muçulmana. Orem por ela para que possa ter coragem de confessar sua fé em Jesus.


Estamos com uma sala com novos alunos recebendo treinamento bíblico, e  obreiros efetivos, todos com muita fome de conhecer mais da palavra.


No mais, que o senhor possa continuar a nos dar força e coragem para prosseguirmos realizando sua obra nas ilhas!!!


No amor de Cristo,
sua serva,
Pra. Marly Paiva - Ilha de Bubaque

Escola católica australiana bloqueia palestra de ex-homossexual por “homofobia”

Escola católica bloqueia palestra de ex-
homossexual por “homofobia”

CABOOLTURE, Austrália, 31 de março de 2011= Uma escola secundária católica da Austrália tirou sua permissão para a realização de um evento que apresentaria um palestrante ex-homossexual na escola, dizendo que o apresentador não está em sintonia com os valores cristãos e que “a Igreja Católica abomina todas as formas de homofobia”.
Ann Rebgetz, diretora do Colégio St. Columban, escreveu numa declaração que o Centro Cristão de Milagres, a organização que tinha a intenção de fazer o evento, pediu permissão para realizar uma “reunião” na escola secundária, sem informar a escola sobre a “natureza da ‘reunião’”.
O Centro Cristão de Milagres (CCM), uma organização ministerial mundial ligada a igrejas cristãs que tem como objetivo a “evangelização global”, fez anúncio do palestrante americano, Adam Hood, como, “Um homem heterossexual que costumava ser homossexual”.
Os anúncios de jornais diziam que Hood “daria seu testemunho de como ele foi liberto da homossexualidade e agora leva uma forte vida cristã com sua esposa e família”.
“Será que um homossexual pode ser livre de pensamentos, atrações e sentimentos de mesmo sexo? Adam Hood diz que ‘sim’”, diz o anúncio.
“Ver o anúncio nos jornais foi a primeira vez que o colégio ficou ciente da verdadeira natureza do evento”, disse Ann Rebgetz. “Tirei minha permissão para a realização da reunião na propriedade do colégio, e notifiquei os organizadores de que a natureza da reunião não estava em sintonia com os valores cristãos do colégio”.
A escola “agiu em boa fé” ao concordar em “fornecer um local para uma organização que se proclama como cristã realizar seu evento”, disse Rebgetz, mas o CCM “deliberadamente escondeu da escola a verdadeira natureza do evento”. 


Rebgetz ecoou as palavras do diretor executivo de educação católica, dizendo “a Igreja Católica abomina todas as formas de homofobia e não fornecerá um local para os homófobos realizarem seu evento e despejarem suas opiniões”.
O site do CCM declara: “Desejamos trazer a Boa Notícia do poder salvador, curador, libertador e restaurador de Jesus Cristo a todos os homens, mulheres e crianças, tanto em Palavra quanto na demonstração sobrenatural do poder de Deus”.
Rebgetz concluiu: “Não estamos de forma alguma ligados ao Centro Cristão de Milagres, não apoiamos as opiniões deles e não permitiremos que essa organização use nossas instalações”.
Informações de contato:
St Columbans’s College
100 McKean Street
PO Box 1254
Caboolture Q 4510
E-mail: Use this form.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Marcha Pra Jesus, críticas e o PT da outra "marcha"

Marcha para Jesus atrai 5 milhões de pessoas e incomoda críticos

Julio Severo
A 19ª edição da Marcha para Jesus, uma das maiores manifestações religiosas do mundo, se transformou num ato contra o PLC 122, contra a legalização da maconha e contra as afrontas cometidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
O evento, que ocorreu em 23 de junho de 2011 na cidade de São Paulo, reuniu mais de 5 milhões de pessoas e enfureceu a esquerda radical.

“Ranço um tanto raivoso” dos evangélicos?

Cuspindo fogo e enxofre, Gilberto Dimenstein, da Folha de S. Paulo, se queixa de que a Marcha para Jesus “tem um ranço um tanto raivoso”, enquanto que a parada gay “usa alegria para falar e se manifestar” — como se atos sexuais obscenos e uso de drogas, tão comuns nesses eventos gays, representassem a verdadeira alegria, e como se ninguém mais tivesse direito de se manifestar contra os abusos do STF, sob risco de levar o rótulo de ter “um ranço um tanto raivoso”.
Esse “ranço um tanto raivoso” foi muito bem mostrado pela mídia esquerdista, que não poupou nenhuma crítica à Marcha para Jesus. O noticiário Último Segundo destacou que participaram da Marcha para Jesus Marcelo Crivella (PRB-RJ), ligado à Igreja Universal do Reino de Deus, e o Pr. Silas Malafaia, que foi tachado de “radical” por ter dito: “O STF rasgou a Constituição que, no artigo 226, parágrafo 3º, diz claramente que união estável é entre um homem do sexo masculino e uma mulher do sexo feminino. União homossexual uma vírgula… Amanhã se alguém quiser fazer uma marcha em favor da pedofilia, do crack ou da cocaína vai poder fazer. Nós, em nome de Deus, dizemos não”. (Assista aqui ao vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=DOnW0kOJeW8)



Para decepção da Folha de S. Paulo e Último Segundo, 5 milhões de pessoas estavam ali para confirmar as palavras de Malafaia, que, numa coragem que raramente se vê no Brasil, afirmou: “Eles querem aprovar uma lei para dizer que a Bíblia é um livro homofóbico e botar uma mordaça em nossa boca. Se aprovarem o PL 122 no mesmo dia, na mesma hora, tudo quando é pastor vai pregar contra a prática homossexual. Quero ver onde vai ter cadeia para botar tanto pastor”.
É de admirar tanta manifestação de “ranço um tanto raivoso” contra os evangélicos por parte de uma mídia que apoia de coração o PLC 122 e todos os abusos do STF?

Escândalos financeiros da Renascer versus escândalos financeiros do PT

Finalizando sua matéria, Último Segundo tentou desqualificar a Marcha para Jesus citando questões financeiras de seu fundador: “O apóstolo Estevam Hernandes, da Igreja Renascer, organizador da marcha, reafirmou o caráter estritamente religioso do evento e disse que manifestações como as de Malafaia e Crivella são opiniões pessoais. Apesar disso, admitiu ser contra o ‘casamento gay’ e a liberação da maconha. Questionado por um repórter sobre o qual fator pesa mais na desagregação da família, o homossexualismo ou o crime de evasão de divisas, pelo qual foi condenado a pena de 140 dias de prisão nos EUA, o apóstolo mudou de assunto”.
O problema de Hernandes é o mesmo do Bispo Macedo, que lidera uma denominação que é alvo de frequentes manchetes internacionais de corrupção e lavagem de dinheiro.

Por que Macedo e Hernandes e suas denominações lidam com o dinheiro de um modo que os expõe a escândalos? Com certeza, eles percebem o óbvio: o que o governo tira de impostos é muito mais do que o justo. E tentam proteger seu dinheiro com esquemas para desviá-lo da ganância estatal.

Macedo e Hernandes bem que poderiam dar atenção ao exemplo de Tiradentes, que se revoltou contra o governo português pela cobrança abusiva de 20 por cento de impostos sobre os cidadãos do Brasil. Superando em muito a ganância do governo português, o atual governo brasileiro cobra quase 40 por cento de impostos, e só isso já deveria ser inspiração suficiente para motivar todos os pastores do Brasil a proclamarem jejuns, orações e ações contra esse roubo descarado. Mas em vez de orientar suas denominações e pastores a denunciarem esse imenso roubo estatal contra o Brasil, Macedo e Hernandes preferem apoiar o governo que rouba e recorrer a meios ilegais (pelos padrões do insaciável tubarão brasileiro do imposto de renda) para proteger suas próprias riquezas.

Contudo, não é por esse motivo que a Folha de S. Paulo, Último Segundo e outros jornais esquerdistas estão manifestando seu “ranço um tanto raivoso”. Se eles se importassem com lavagem de dinheiro e evasão de divisas, eles dariam a Lula e ao PT o mesmo tratamento de desprezo que dão aos evangélicos. Em matéria de roubo e lavagem de dinheiro, ninguém no Brasil supera o PT e outros partidos socialistas.

De longe, o maior problema é apoio ao PT

O maior problema de Estevam Hernandes foi ter dado para Marta Suplicy na Marcha para Jesus de 2008 espaço para ela falar. Suplicy, que é a relatora atual do PLC 122, tem o total apoio da Folha de S. Paulo, Último Segundo e outros jornais esquerdistas e já teve oportunidade até de falar do púlpito da Igreja Renascer em época de eleição.
De maneira paradoxal, Silas Malafaia e a multidão de evangélicos da atual Marcha para Jesus estavam então denunciando ameaças semeadas até mesmo em Marchas para Jesus anteriores, onde Marta Suplicy foi uma das estrelas do show.
Mas não é por causa de Suplicy no evento que a Folha de S. Paulo, Último Segundo e outros jornais esquerdistas criticam a Marcha para Jesus. Aliás, até protestantes estão fazendo isso. O tabloide sensacionalista Genizah, com seu habitual radicalismo de esquerda, atacou a Marcha para Jesus a partir de uma perspectiva como se ser calvinista fosse a maior das virtudes e ser neopentecostal fosse a pior. Seguindo essa linha, o Pr. Renato Vargens, outro calvinista, igualmente atacou a Marcha para Jesus.

Ranços doutrinários versus ranços ideológicos

Independente dos erros dos neopentecostais, o Pr. Silas Malafaia e a Marcha para Jesus deste ano cumpriram um papel vital denunciando o PLC 122 e o STF — tendo sido, de longe, a maior manifestação cristã no Brasil contra essas ameaças. Cumpriram um papel que nem o Genizah nem Vargens ousaram cumprir. Por isso, a mídia esquerdista está furiosa. Por isso, os invejosos estão ladrando.
Se o grande problema é o fato de que o casal Hernandes apoiou Suplicy, esse não é um pecado de monopólio exclusivo da neopentecostal Renascer. Aliás, quase todas as igrejas têm culpa no cartório nessa questão, inclusive as calvinistas. Em 2002, Guilherminho Cunha, presidente do Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil, deu seu apoio a Lula para presidente.
Seja como for, tanto o Genizah quanto Vargens deram apoio no passado ao Rio de Paz, um movimento esquerdista, fundado por um pastor presbiteriano, cujo objetivo é o desarmamento da população civil, que foi um dos principais pilares da União Soviética e da Alemanha nazista. Nunca se subjuga um povo sem antes desarmá-lo. Como um cristão pode se prestar a esse tipo de serviço ideológico é um mistério, assim como é um mistério o motivo por que, sob o canto da sereia caiofabiana vários anos atrás, líderes de praticamente todas as grandes denominações evangélicas do Brasil entregaram suas almas no altar eleitoral de Lula e do PT.
Precisamos agora aprender com os erros passados, embora no meu caso eu tivesse aprendido com os erros dos outros, pois nunca votei no PT.
Precisamos parar de levantar acusações contra questões menores, enquanto ameaças imensas estão prontas para nos tragar, com a ajuda de uma mídia que nos odeia. Não podemos deixar “ranços doutrinários raivosos” criarem divisões neste momento em que governo, mídia e ativismo gay estão unidos num “ranço ideológico raivoso” contra nós.
Gilberto Dimenstein, da Folha de S. Paulo, que atribuiu um “ranço raivoso” aos evangélicos, também disse: “Por trás da parada gay, não há esquemas políticos nem partidários”. Se eu levar a sério essa declaração, terei então de supor que as imensas verbas para os grupos gays não estão vindo do governo, mas da Branca de Neve e os Sete Anões!
Dimenstein também disse: “Na parada evangélica há uma relação que mistura religião com eleições, basta ver o número de políticos no desfile em posição de liderança”. Sim, reconheço que ele está certo. Crivella é grande aliado de Lula, Dilma e do PT. O casal Hernandes se mostrou fiel a Lula e Marta Suplicy. E o próprio Malafaia cometeu seus pecados, apoiando duas vezes Lula para a presidência e na primeira vez o nefasto Sérgio Cabral para governador do Rio. E Dimenstein e a Folha de S. Paulo são fiéis àqueles que fielmente patrocinam seu jornalismo “objetivo, justo e imparcial”. Por pura coincidência, o maior patrocinador desse tipo de jornalismo é o próprio governo petista.
Se Dimenstein e a Folha de S. Paulo não tivessem essas ligações, poderiam de fato atirar a primeira pedra. Mas, como estão envolvidos até o pescoço, só podem lançar acusações preconceituosas e ladrar.
Em vez de ver o “ranço raivoso” que o STF, o movimento ideológico homossexual e o governo federal estão demonstrando sistematicamente contra a família e os bons costumes, Dimenstein prefere enxergar esse ranço entre os evangélicos.

Escritores católicos dão apoio à Marcha para Jesus

Entretanto, não é preciso ser evangélico para apoiar o bem que a Marcha para Jesus está fazendo. Até Reinaldo Azevedo e Nivaldo Cordeiro, que são católicos, estão dando todo apoio. Aliás, Nivaldo, que é colunista colega meu no site noticioso Mídia Sem Máscara, deu uma opinião positiva da Marcha para Jesus neste vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=Lk33GVIutic
Portanto, em vez de criticarmos a Marcha para Jesus, denunciemos o apoio de protestantes, pentecostais e neopentecostais ao PT e ao socialismo. Esse, de longe, é um problema muito maior do que picuinhas doutrinárias.
O que estamos esperando? Se queremos fazer uma diferença saudável, denunciemos todo apoio evangélico ao PT e ao socialismo. Atacar a Marcha para Jesus, num momento crítico como esse, é suicídio e ser cúmplice das hostes satânicas enfurecidas com as manifestações do testemunho cristão na sociedade.
Fonte: www.juliosevero.com