terça-feira, 3 de maio de 2011

Marxismo: A Máquina Assassina - Nem os terroristas Islâmicos mataram mais do que eles

Marxismo: A Máquina Assassina
Trófeu de Comunistas


Voce é bonzinho Fidel, Viva El Paredón !!


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Escrito por R.J. Rummel   
Sexta, 19 de Novembro de 2010 00:00
Com a queda da União Soviética e dos governos comunistas da Europa Oriental, a grande maioria das pessoas tem a impressão de que o marxismo, a religião do comunismo, está morto. Nada disso. O marxismo está bem vivo em muitos países hoje, tais como Coréia do Norte, China, Cuba, Vietnã, Laos, um grupo barulhento de países africanos e na mente de muitos líderes políticos da América do Sul. No entanto, o que é mais importante para o futuro da democracia é que o comunismo ainda polui o pensamento de uma vasta multidão de acadêmicos e intelectuais do Ocidente.
Eles ainda Matam, e muito
Os autores da matança, começou com esses canalhas

De todas as religiões, seculares ou não, o marxismo é de longe a mais sangrenta — mais sangrenta do que a Inquisição Católica, as várias cruzadas católicas e a Guerra dos Trinta Anos entre católicos e protestantes. Na prática, o marxismo significa terrorismo sanguinário, expurgos mortais, campos letais de prisioneiros e trabalhos forçados assassinos, deportações fatais, fomes provocadas por homens, execuções extrajudiciais e julgamentos “teatrais”, descarado genocídio e assassinatos em massa.


No total, os regimes marxistas assassinaram aproximadamente 110 milhões de pessoas de 1917 a 1987. Para se ter uma perspectiva desse incrível alto preço em vidas humanas, note que todas as guerras internas e estrangeiras durante o século 20 mataram 35 milhões de pessoas. Isso é, quando marxistas controlam países, o marxismo é mais mortal do que todas as guerras do século 20, inclusive a 1 e 2 Guerra Mundial e as Guerras da Coréia e do Vietnã.

E o que o marxismo, o maior dos experimentos sociais humanos, realizou para seus cidadãos pobres, nesse muitíssimo sangrento custo em vidas? Nada de positivo. Deixou em seu rastro desastres econômicos, ambientais, sociais e culturais.

O Khmer Vermelho — comunistas cambojanos que governaram o Camboja por quatro anos —revela o motivo por que os marxistas acreditavam que era necessário e moralmente certo massacrar muitos de seus semelhantes. O marxismo deles estava casado com o poder absoluto. Eles criam sem uma sombra de dúvida que eles sabiam a verdade, que eles construiriam o maior bem-estar e felicidade humana e que para alcançar essa utopia, eles precisavam cruelmente demolir a velha ordem feudal ou capitalista e a cultura budista, e então reconstruir uma sociedade totalmente comunista. Não se poderia deixar nada atrapalhando no caminho dessa realização. O governo — o Partido Comunista — estava acima das leis. Todas as outras instituições, normas culturais, tradições e sentimentos eram descartáveis.

Os marxistas viram a construção dessa utopia como uma guerra contra a pobreza, a exploração, o imperialismo e a desigualdade — e, como numa guerra real, mesmo quem não estivesse no combate seria infelizmente pego na guerra. Haveria necessária perda de vida entre os inimigos: o clero, a burguesia, os capitalistas, os “sabotadores”, os intelectuais, os contra-revolucionários, os direitistas, os tiranos, os ricos e os proprietários de terras. Como numa guerra, milhões poderiam morrer, mas essas mortes seriam justificadas pelos fins, como na derrota de Hitler na 2 Guerra Mundial. Para os marxistas no governo, a meta de uma utopia comunista era suficiente para justificar todas as mortes.

A ironia é que na prática, mesmo depois de décadas de controle total, o marxismo não melhorou a sorte das pessoas comuns, mas geralmente tornou as condições de vida piores do que antes da revolução. Não é por acaso que as maiores fomes do mundo aconteceram dentro da União Soviética (aproximadamente 5 milhões de mortos entre 1921-23 e 7 milhões de 1932-3, inclusive 2 milhões fora da Ucrânia) e China (aproximadamente 30 milhões de mortos em 1959-61). No total, no último século quase 55 milhões de pessoas morreram em várias fomes e epidemias associadas provocadas por marxistas, e o resto morreu como conseqüência despropositada da coletivização e das políticas agrícolas marxistas.

O que é espantoso é que essa “moeda” da morte do marxismo não envolve milhares ou mesmo centenas de milhares, mas milhões de mortes. Isso é quase incompreensível — é como se a população inteira da Europa Oriental fosse aniquilada. Por volta de 35 milhões escaparam de países marxistas como refugiados, e isso mais do que tudo é um voto contra as pretensões dos marxistas utópicos. O equivalente seria todo mundo fugindo do Estado de São Paulo esvaziando-o de todos os seres humanos.

Há uma lição supremamente importante para a vida humana e para o bem-estar das pessoas que precisamos aprender com esse horrendo sacrifício oferecido no altar de uma ideologia: Não se pode confiar em ninguém que tenha poder ilimitado.

Quanto mais poder um governo tem para impor as convicções de uma elite ideológica ou religiosa, ou decretar os caprichos de um ditador, mais probabilidade há de que o bem-estar e vidas humanas serão sacrificados. À medida que o poder do governo vai ficando sem controle e alcança todos os cantos de uma cultura e sociedade, mais probabilidade há de que esse poder matará seus próprios cidadãos.

Como uma elite no governo tem o poder de fazer tudo o que quer, quer para satisfazer suas próprias vontades pessoais ou, como o desejo dos marxistas de hoje, seguir o que crê ser certo e verdadeiro, essa mesma elite pode fazer isso quaisquer que sejam os custos em vidas humanas. Aí, o poder é a condição necessária para os assassinatos em massa. Quando uma elite obtém autoridade plena, outras causas e condições poderão operar para produzir o genocídio imediato, o terrorismo, os massacres e quaisquer assassinatos que os membros dessa elite sintam que são necessários. Mas é o poder — sem nada que o iniba, limite e controle — que é o verdadeiro assassino.

Os acadêmicos e intelectuais de hoje estão andando de carona. Eles obtêm certo respeito por causa de suas pretensões utópicas, por causa de suas palavras sobre melhorar a sorte dos trabalhadores e dos pobres. Mas toda vez que chegou ao poder, o marxismo fracassou totalmente, assim como o fascismo. Em vez de serem tratados com respeito e tolerância, os marxistas deveriam ser tratados como se desejassem uma praga mortal sobre todos nós.

A próxima vez que se encontrar ou receber uma palestra de um marxista nacional, ou seus quase equivalentes fanáticos esquerdistas, pergunte-lhes como é que eles conseguem justificar o assassinato dos mais de cem milhões que sua fé absolutista provocou, e o sofrimento que o marxismo criou para muitas centenas de milhões mais.


R.J. Rummel
, professor emérito de ciência política e finalista de Prêmio Nobel da Paz, publicou 29 livros e recebeu numerosas condecorações por sua pesquisa.


Texto traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br 

Fonte: http://www.wnd.com/news/article.asp?ARTICLE_ID=41944

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Conheça Algumas das Revistas das Escolas Bíblicas Dominical Brasileiras.

Muitas Igrejas evangélicas brasileiras já editam suas próprias revistas da Escola Bíblica Dominical, já são algumas dezenas, é uma força do ensino muito importante no Brasil que ocasiona saúde teológica espiritual e afasta heresias. Algumas denominações usam revistas EBD de outras denominações, uma das mais usadas é a "Lições Bíblicas" da CPAD, a mais usada pelas ADs do Brasil, São sempre 13 lições preparadas para um trimestre, veja algumas capas:


Revista da EBD das Assembléias de Deus ligadas a CGADB





Revista da EBD da Primeira Igreja Batista da Trindade






Revista da EBD da Ass. de Deus Min. de Madureira






A revista EBD da AD de Anápolis, nessa são vários os autores das lições







Revista da Central Gospel, adotada pela AD Vitória em Cristo







Um revista dos Congregacionais sobre soteriologia





Revista EBD dos batistas da Primeira Igreja e/ou ligados a CBB





Revista da EBD, O Brasil Para Cristo - OBPC




Revista da EBD, da Ig. Presbiteriana Renovada do Brasil - IPRB





Existem muitas outras revistas que são inter-denominacionais e ainda as revistas dos metodistas e dos presbiterianos, uma tradição inglesa que persiste até hoje como um dos maiores sistemas de ensino teológico constante e prático para leigos e pessoas de pouco estudo. Um alimento poderosíssimos constante, semanal, e sadio; é um diferencial da força de estudo da Igreja Brasileira. São mais de 70 revistas editadas e publicadas no Brasil só para o segmento adulto. Calculamos que cerca de 400 denominações diferentes utilizam essas mais de 70 revistas para jovens e adultos.




Pr. Pedro Paulo



A Importância da Comunicação no casamento

A Importância da Comunicação

 

Conta a história que um casal tomava café no dia de suas bodas de ouro. A mulher passou a manteiga na casca do pão e o entregou para o marido, ficando com o miolo.
Ela pensou: "Sempre quis comer a melhor parte do pão, mas amo demais meu marido e, por cinqüenta anos, sempre lhe dei o miolo. Mas hoje quis satisfazer meu desejo. Acho justo que eu coma o miolo pelo menos uma vez na vida".

Para sua imediata surpresa, o rosto do marido abriu-se num sorriso sem fim e ele lhe disse:
- Muito obrigado por este presente, meu amor. Durante cinqüenta anos, sempre desejei comer a casca do pão, mas como você sempre gostou tanto dela, jamais ousei pedir!

Esta história, ilustra, para mim, o maior problema encontrado em muitos Casamentos: A falta de comunicação.



Problemas que poderiam ser resolvidos rapidamente muitas vezes se agravam, a ponto de causar rupturas nas relações. O que se constata é a completa falta de comunicação com respeito às reais necessidades e expectativas a ser atendidas de ambas as partes.

Por isso, sempre digo que as três coisas mais importantes para melhorar um Casamento são: Em primeiro lugar, a comunicação; em segundo lugar, a comunicação; e, em terceiro lugar, a comunicação.

Quando uma pessoa vai na igreja mais não ora ou seja não se Comunica com Deus e diz: há mais Deus sabe de todas as coisas! Sim e verdade ele sabe mesmo, mais ainda assim deseja ouvir seu pedido atraves da oração (Comunicação).

"Perguntou-lhe o cego: Que queres QUE TE FAÇA? Respondeu-lhe o cego: Mestre, que eu veja." (Marcos 10.51). Será que Jesus Cristo não sabia que ele era CEGO???

Quando uma pessoa vai no médico por exemplo, se ela não se comunicar com o médico e dizer oque está sentido, como o médico vai lhe dar um diagnóstico não é verdade?

Assim também deve ser com tudo nesta vida, procure usar dessa ferramenta (Comunicação), e você vai notar como as coisas vão começar a se ajeitar na sua vida.



Pr. Denis Martins

(Blog do Pr. Denis Martins)

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Sêfer Torá, Torá, Tanach e Talmude, entenda o que é.


Uma reportagem do J. Alef me chamou a atenção, quando a ARI recebeu um Sêfer Torá, o que vem a ser isso, entendi que Sêfer Torá é o livro da Lei de Moisés, o objeto físico que é usado para se ler  nas sinagogas ficando a cargo dos Rabinos(mestres ensinadores da Lei Judaica), pesquisando percebi que existe a Torá, o Talmude e Tanach. O conjunto das leis e escritos sagrados do judaísmo. O sêfer Torá é tão sagrado que ao ser lido, os rabinos não tocam no pergaminho, usam um objeto que substitui o dedo na leitura, pois não se pode tocar direto com as mãos no texto. O que nós conhecemos como Pentateuco(cinco livros), os judeus chamam de Torá, o que conhecemos como Antigo Testamento, os judeus chamam de Tanach, a Bíblia Judaica. O  sêfer torá pode ser doado por uma pessoa ou por uma família, ele é totalmente manuscrito, se houver um erro, o texto é totalmente abandonado e se escreve outro texto em outro rolo, é o medo de transcrever errado a sagrada lei do Eterno. 

Um Sêfer Torá


ARI recebe Sêfer Torá

Depois de 40 anos, a Associação Religiosa Israelita (ARI) recebeu um Sêfer Torá doado pela família Klabin. A cerimônia foi conduzida pelos rabinos Sergio Margulies e Dario Bialer, da sinagoga, e pelo rabino israelense Gustavo Surazski.












Sefer Torá - Livros da Lei (O Livro da Lei de Moshe)

(do hebraico ספר תורה , plural ספרי תורה, Sifrei Torah; Livros da Torá ou Rolos da Torá) é o nome dado aos rolos da Torá, copiados à mão e cuja composição obedece uma série de obrigações de produção. Considerado a obra mais sagrada do Judaísmo, é guardada em um recinto reservado nas sinagogas conhecido como Aron Kadesh.
O texto da Torá impresso (para rituais não litúrgicos) geralmente em forma de livro é conhecido como Chumash, geralmente acompanhado de comentários e traduções.

Chumash ou Humash (do hebraico חומש vindo do termo chamesh (fem.)/ chamisha (mas.), cinco. E também Pentateuco (do grego Πεντάτευχος (Pentáteuchos - de penta, cinco + teûchos, livro), faz alusão aos cinco livros de Moisés).

O livro da Torah, a Lei de Moisés é muito importante para os judeus
Um dos seiscentos e treze mandamentos da Torá é escrever um Sefer Torá ou tornar possível a publicação de um livro religioso de estudo. Assim, é comum encontrar nomes de pessoas ou famílias que contribuíram com a edição de um livro na primeira ou última página deste. Certas comunidades se cotizam para escrever um livro da Torá, comprando uma letra, um capítulo ou uma porção inteira.

Um Sefer Torá velho, os livros de reza velhos, as mezuzot e os tefilin danificados, não são destruídos. São enterrados respeitosamente em uma ala do cemitério judaico, ou reunidos em uma sala nas redondezas da sinagoga. Este local é chamado de Guenizá. A Guenizá do Cairo, descoberta no final do século XIX, revelou-se de uma importância inestimável para as buscas históricas. Continha manuscritos muito antigos de numerosos textos sagrados e indicações muito preciosas sobre a vida, o comércio, os costumes e as viagens de numerosos judeus por um período bastante amplo. (Fonte: Morasha)



Talmude - REgistro de tradições rabínicas baseadas na Torá e Tanach

(em hebraico: תַּלְמוּד, transl. Talmud) é um registro das discussões rabínicas que pertencem à lei, ética, costumes e história do judaísmo.[carece de fontes] É um texto central para o judaísmo rabínico, perdendo em importância apenas para a Bíblia hebraica.[carece de fontes] O Talmude tem dois componentes: a Mishná (c. 200 d.C.), o primeiro compêndio escrito da Lei Oral judaica; e o Guemará (c. 500 d.C.), uma discussão da Mishná e dos escritos tanaíticos que frequentemente abordam outros tópicos, e são expostos amplamente no Tanakh


Desta forma é lido o texto judaico sagrado

Torá - a Lei de Moisés, os cinco livros, Gêneses a Deuterônomio (de Bereshit a Devarim)

Tanach - a Escritura Hebraíca completa

Torá Escrita:
Do hebraico תּוֹרָה, significa instrução, apontamento, lei) é o nome dado aos cinco primeiros livros do Tanakh, Conhecido também como Torat Moshê, תּוֹרַת־מֹשֶׁה A lei Entregue a Moisés no Sinai, foi escrito em hebraico com alguns textos em Aramaico.
A tradição judaica mais antiga defende que a Torá existe desde antes da criação do mundo e foi usada como um plano mestre do Criador para com o mundo, humanidade e principalmente com o povo judeu. 

No entanto, a Torá como conhecemos teria sido entregue por Deus a Moisés, quando o povo de Israel, após sair do cativeiro no Egito, peregrinou em direção à terra de Canaã. As histórias dos patriarcas, aliados ao conjunto de leis culturais, sociais, políticas e religiosas serviram para imprimir sobre o povo um sentido de nação e de separação de outras nações do mundo.

Seus Livros:
בראשית - Bereshit - Princípio. Conhecido pelo público não-judeu como Gênesis
שמות - Shemot - Nomes ou Êxodo
ויקרא - Vaicrá - E chamou ou Levítico
במדבר - Bamidbar - No ermo ou Números
דברים - Devarim - Palavras ou Deuteronômio


Torá Oral:
A Torá Oral é o conjunto de ensinamentos de como cumprir os mandamentos da Torá escrita e que, originalmente foram transmitidos de maneira oral de geração a geração através dos sábios do povo no correr de mais de 3 300 anos e finalmente compiladas na Mishná e no Midrash no ano de 200 da Era comum. 
Tanach תנ״ך ou Mikrá (מקרא)

É um acrônimo utilizado dentro do judaísmo para denominar o conjunto principal de livros sagrados, sendo o mais próximo do que se pode chamar de uma Bíblia Judaica. Seu conteúdo é equivalente ao Antigo Testamento, porém com outra divisão a saber: 

Neviim (נביאים) "Profetas"
Nevi'im Rishonim (Antigos Profetas) [נביאים ראשונים]
Yehoshua - (Josué) - [יהושע]
Shoftim - (Juízes) - [שופטים]
Shmu'el - (I Samuel e II Samuel) - [שמואל]
Melakhim - (I Reis e II Reis) - [מלכים]

Nevi'im Aharonim (Últimos Profetas) [נביאים אחרונים]:
Yeshayahu - (Isaías) - [ישעיהו]
Yirmiyahu - (Jeremias) - [ירמיהו]
Yehezq'el - (Ezequiel) - [יחזקאל]
Trei Asar (Doze Profetas Menores) [תרי עשר]
Hoshea - (Oséias) - [הושע]
Yo'el - (Joel) - [יואל]
Amos - (Amós) - [עמוס]
Ovadyah - (Obadias) - [עבדיה]
Yonah - (Jonas) - [יונה]
Mikhah - (Miquéias) - [מיכה]
Nakhum - (Naum) - [נחום]
Habaquq - (Habacuque) - [חבקוק]
Tsefania - (Sofonias) - [צפניה]
Haggai - (Ageu) - [חגי]
Zekharia - (Zacarias) - [זכריה]
Malakhi - (Malaquias) - [מלאכי]


Kethuvim (כתובים) "os Escritos"
Grupo I: Os Três Livros Poéticos (Sifrei Emet)

1. Tehillim (Salmos) תהלים
2. Mishlei (Provébios) משלי
3. `Iyyov (Jó) איוב


Grupo II: Os cinco rolos (Hamesh Megillot)
4. Shir ha-Shirim (Cântico dos Cânticos) ou (Cantares) שיר השירים (Passover)
5. Rute (Rute) רות (Shavuot)
6. Eikhah (Lamentações) איכה (Ninth of Av) [Também chamado de Kinnot em hebreu]
7. Kohelet (Eclesiastes) קהלת (Sukkot)
8. Ester (Ester) אסתר (Purim)


Group III: Outros livros históricos
 9. Daniel (Daniel) דניאל
10. Esdras (Esdras-Neemias) עזרא
11. Divrei ha-Yamim (Crônicas) דברי הימים

Fonte: Blog B'nei Nôach Minas; Wikipédia e J. ALEF