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sexta-feira, 28 de junho de 2013

Crianças são usadas para propaganda homossexual em Santa Catarina

Crianças são usadas para propaganda homossexual em Santa Catarina

Concurso de cartazes tira vantagem de alunos para promover a causa gay

Julio Severo
“Deixai vir a Mim as crianças,” disse Jesus, de braços abertos. Mas os pais que enviam seus filhos às escolas de Santa Catarina estão deixando suas crianças irem até os braços de militantes da causa gay.
Alunos das escolas públicas de Florianópolis participaram de um concurso de cartazes contra a chamada “homofobia.” A ideia de promover uma propaganda da causa gay por meio de concurso para crianças foi da equipe do Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades (NIGS) do Departamento de Antropologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
Portanto, a iniciativa não partiu de crianças, nem de seus pais. Partiu de adultos movidos por ideologia.
Segundo informação do site da UFSC, a equipe do NIGS precisou primeiro “preparar” os professores para engajar os alunos na propaganda anti-“homofobia” — que dificilmente ganharia a adesão das crianças ou de seus pais se lhes fosse explicado que “homofobia,” conforme usado por supremacistas gays, abrange também opiniões contrárias às nojentas práticas homossexuais.
Luiz Mott, o líder máximo do movimento homossexual no Brasil, reconheceu publicamente, em entrevista ao programa do Jô, que a “homofobia” é oposição à homossexualidade, declarando que a Bíblia é a maior fonte de “homofobia.”
A entrevista está aqui: http://youtu.be/mF3Z9dO2IBE

Ele também disse que os ativistas homossexuais precisam dos pais do Brasil, para criarem filhos que se tornarão homossexuais.
A atitude irresponsável das escolas públicas de Santa Catarina de envolver seus alunos num concurso de propaganda homossexual é um importante passo nessa direção.
O concurso teve a participação de 33 escolas, cerca de 1,2 mil alunos, totalizando 326 cartazes.
O concurso tem também a participação de importantes militantes gays, inclusive Toni Reis, cuja organizaçãoABGLT havia sido beneficiada com milhões de reais para a elaboração do infame kit gay, do MEC.
Conforme informações do site UFSC, o MEC está também envolvido no concurso de propaganda gay de Santa Catarina.
O concurso terminará dia 26 de junho e premiará os três cartazes de crianças que entenderam a “ideia” que os adultos militantes lhes passaram.
Os pais que amam seus filhos e não gostariam que eles fossem induzidos ao homossexualismo deveriam procurar advogados idôneos e processar as escolas públicas e o MEC que estão vitimando suas crianças com propaganda enganosa.



sexta-feira, 24 de maio de 2013

Amar o Homossexual é ajudá-lo a se livrar do Homossexualismo !!

Marisa Lobo, psicóloga cristã é uma ativista do cristianismo bíblico como eu, nossa amiga no twitter, veja abaixo nossas opiniões, ou melhor posições firmes.



  1. Devemos amar o nosso próximo como Jesus nos amou. Mostrando o AMOR de Jesus, é quando conseguimos amparar a todos em igualdade.
  2. Amar o homossexual, é desejar sua libertação, levá-lo com sabedoria a Cristo. Com Amor, Verdade c/ sinceridade. mansidão. Cristo Livra disto

  3. Por causa de nossa Fé, não podemos concordar a pratica homossexual, no entanto não podemos criticar ,diminuir ,quem quer permanecer nela.

sábado, 9 de abril de 2011

TERRORISTAS HOMOSSEXUAIS ATACAM IGREJA EVANGÉLICA. A PERSEGUIÇÃO NÃO VIRÁ, ELA JÁ COMEÇOU PARA UM POVO QUE NÃO QUER SER SAL MAS, ESTÁ DORMINDO. ACORDA IGREJA!!!

John Jalsevac
LANSING, MI, EUA, 11 de novembro de 2008 (LifeSiteNews.com) — Domingo, dia 9 de novembro, um bando de cerca de 30 homossexuais atacaram uma igreja na cidade de Lansing, Michigan, EUA. Alguns estavam bem vestido e se posicionaram dentro da Igreja Monte Esperança, onde fingiam ser pessoas normais adorando; outros do lado de fora estavam vestidos de rosa e preto.
O grupo, que se descreve como anarquistas homossexuais, se chama Bash Back! (Revide!) e afirma que a igreja evangélica é culpada de “transfobia e homofobia”. O grupo diz que luta por “liberação”, se opõe a “todas as formas de poder estatal” e exorta os membros a não condenar certos métodos de promoção de sua causa “com a desculpa de que o Estado considera ilegal”.
Durante o culto, os manifestantes de fora da igreja estavam batendo em baldes, gritando “Jesus era homossexual” no megafone e carregando uma cruz invertida cor-de-rosa. Eles distribuíram panfletos a quem passava por perto.
Quando o sinal foi dado, os manifestantes dentro da igreja se levantaram de seus lugares e começaram a gritar e atrapalhar o culto. Eles acionaram o alarme contra incêndio na igreja e atacaram o púlpito, desenrolando uma enorme bandeira colorida com o arco-íris que trazia a frase: “É NORMAL SER GAY! VAMOS REVIDAR!”
Eles destruíram objetos da igreja, gritaram palavrões e confrontaram os membros da congregação. De acordo com Right Michigan, em sua manifestação eles também usaram camisinhas, brilho, confete e tecido cor-de-rosa. Os homossexuais estavam de câmera em punho tentando filmar reações violentas dos membros da igreja, porém não houve tais reações. Right Michigan também noticiou que aproximadamente uma hora depois da manifestação seguranças encontraram dois dos manifestantes juntos no banheiro da igreja. A polícia não prendeu ninguém.
Bash Back! distribuiu nota à imprensa em seu site depois do fato, que confessou que “o grupo gritou muito, ficou fora de controle e provocou ofensas”. O grupo descreveu a Igreja Monte Esperança como “deplorável” e “anti-gay”.
A nota concluiu: “Que todos saibam: Enquanto intolerantes nos matarem nas ruas, este bando de lobos continuará a REVIDAR!”
O presidente da Liga Católica, Bill Donohue, respondeu hoje dizendo: “O fato mais importante neste caso é que os grandes meios de comunicação estão se recusando a mencionar o que com certeza é um dos acontecimentos mais preocupantes de 2008. Se um grupo organizado de pessoas contrárias ao homossexualismo atacasse uma igreja gay, a mídia faria tudo para que cada pessoa nos Estados Unidos ficasse sabendo do caso”.
“Isto é fascismo urbano atingindo o centro dos Estados Unidos. Devemos dar um basta nisso antes que saia de controle. Estamos entrando em contato com Mike Cox, o promotor geral de Michigam, pedindo uma investigação”.
As ações de Bash Back! em Michigan ocorreram depois de vários dias de manifestações homossexuais do lado de fora das igrejas da Califórnia, em protesto contra a aprovação da Proposta 8.
Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com