sábado, 11 de junho de 2011

A ditadura de origem vermelha

A foice e o martelo gay

A ditadura gay não vai poupar ninguém, nem mesmo nossos filhos

Julio Severo


Um material para crianças, que tem como objetivo tratar de questões sexuais impróprias, é normalmente considerado como abuso sexual. Mas quando esse material é homossexual, por força de um anestesiamento moral a reação mais forte da população é chamar tal material meramente de “kit gay”.
Por que não kit do aliciamento gay?
Se esse kit fosse dirigido aos adultos, até poderia ser chamado de kit gay — e imoral. Mas o fato é que ele está sendo dirigido exclusivamente para nossos filhos na escola para acostumá-los à sodomia, tal qual faz o pedófilo que enche a criança de doces para seduzi-la. Se isso não é assédio, aliciamento e molestamento sexual pró-sodomia, então o que é?
Se o PLC 122 for aprovado, não poderemos nem falar nem agir contra nenhum kit de pedofilia gay, pois o chamado projeto anti-“homofobia” pune atos e opiniões contra a sodomia. Mesmo assim, por força de um anestesiamento moral a reação mais forte da população é chamar eufemisticamente o PLC 122 de “Lei da Mordaça”. Por que só isso? (Veja este vídeo sobre a ameaça de prisão: http://www.youtube.com/watch?v=jIOOE0n2V5g)


Na verdade, se os católicos e evangélicos conseguirem garantir que as punições do PLC 122 não se apliquem àsopiniões, as punições contra atos serão mantidas e serão tão ou mais injustas do que a censura das expressões.
Leis anti-“homofobia” como o PLC 122 ameaçam com punição expressões e atos contra a sodomia: Se você disser algo contra o kit do aliciamento gay, você será preso. Se você tomar alguma medida pessoal, legal, social ou moral contra o kit do aliciamento gay, você será preso.
Com uma alteração no PLC 122 ou qualquer outra lei anti-“homofobia”, como querem muitos pastores e padres, para permitir pelo menos a crítica à sodomia, estaremos protegidos de multas e prisões injustas? Claro que não.
Modificado para permitir apenas a liberdade de expressão, o PLC 122 prosseguirá ameaçando de punição atos contra a sodomia: Se você disser algo contra o kit pedofilia gay, você presumivelmente não será preso. Mas se você tomar alguma medida pessoal, legal, social ou moral contra o kit pedofilia gay, você será preso.
Se conquistarmos o direito de livre de expressão, removendo apenas a ameaça da “mordaça” que o PLC 122 impõe, outras ameaças permanecerão. Com um PLC 122 que só permite o direito de livre expressão (que já está garantido na Constituição), enfrentaremos as seguintes ameaças:

* Uma família evangélica ou católica que descobrir que a escola está distribuindo o kit pedofilia gay para seu filho poderá dizer que o homossexualismo é pecado, mas não poderá fazer mais nada, sob risco de ser enquadrada em leis contra “homofobia”, preconceito e discriminação.

* Um pai e mãe que descobrirem que o governo está dando milhões para radicais grupos gays prepararem kits pedofilia gay poderão dizer que o homossexualismo é pecado, mas não poderão fazer mais nada, sob risco de serem enquadrado em leis contra “homofobia”, preconceito e discriminação.

* Uma família evangélica ou católica que descobrir que a babá que contratou é lésbica poderá dizer que o lesbianismo é pecado, mas não poderá demiti-la, sob risco de ser enquadrada em leis contra “homofobia”, preconceito e discriminação.

* Um pai e mãe católicos ou evangélicos terão o direito de dizer que o homossexualismo é pecado, mas não poderão impedir que a escola pública de seu filho doutrine no homossexualismo, sob risco de serem enquadrados em leis contra “homofobia”, preconceito e discriminação.

* Um seminário católico ou evangélico que descobrir que matriculou um homossexual praticante terá o direito de dizer que o homossexualismo é pecado, mas não poderá cancelar a matricula, sob risco de ser enquadrado em leis contra “homofobia”, preconceito e discriminação.

* Uma escola católica ou evangélica que descobrir que contratou um funcionário homossexual praticante terá o direito de dizer que o homossexualismo é pecado, mas não poderá cancelar a contratação, sob risco de ser enquadrada em leis contra “homofobia”, preconceito e discriminação.

* Uma pensão católica ou evangélica, diante de uma dupla gay que quiser um quarto, terá o direito de dizer que o homossexualismo é pecado, mas não poderá recusar um quarto para os homossexuais praticarem seus atos, sob risco de ser enquadrada em leis contra “homofobia”, preconceito e discriminação.

* Um empresário católico ou evangélico terá o direito de dizer que o homossexualismo é pecado, mas não poderá demitir ou evitar a contratação de um homossexual praticante, sob risco de ser enquadrado em leis contra “homofobia”, preconceito e discriminação.
Se com ou sem garantia de liberdade de expressão, o PLC 122 punirá todos os que falarem e agirem contra as imposições da sodomia, por que então chamá-lo bondosamente apenas de “Lei da Mordaça”? Não sabemos mais reconhecer uma ditadura quando a vemos?

O kit gay foi feito pela ABGLT com milhões dados pelo governo. Essa organização gay radical, que tem histórico de perseguição aos cristãos, agora tem dinheiro e autorização do governo para criar materiais para doutrinar crianças na sodomia. Por que então chamamos esse kit bondosamente de kit gay?  Por que não kit do aliciamento gay?

A ideologia que está impondo agressivamente o PLC 122 e o kit do aliciamento gay no Brasil não merece uma resposta muito mais enérgica da população?

Enquanto preferimos chamar por nomes leves as ameaças mais pesadas do movimento ideológico homossexual, os ativistas homossexuais preferem chamar de nomes pesados a nossa discordância mais pacífica:

* Quando dizemos que a sodomia é pecado ou anormal, eles automaticamente dizem que somos “homofóbicos” e incitadores de ódio e assassinato de homossexuais.

* Quando dizemos que é errado eles usarem as escolas para doutrinar nossas crianças no homossexualismo, eles automaticamente dizem que somos “homofóbicos” e incitadores de ódio e assassinato de homossexuais. Eles querem mais direitos sobre nossos filhos do que nós mesmos.

* Quando dizemos que não aceitamos alguma imposição homossexual sobre nós, eles automaticamente dizem que somos “homofóbicos” e incitadores de ódio e assassinato de homossexuais.

Em resumo, quando tratamos as ameaças mais pesadas do movimento gay com palavras delicadas, eles tratam com foice e martelo nossas discordâncias mais gentis.

“Vossa Excelência LGBTTXYS me dá permissão para discordar dessas cenas de nudez e sexo que acabei de ver com meus filhos na parada gay na minha rua?” Ou então: “Vossa Excelência LGBTTXYS me dá permissão para discordar da doutrinação que você está fazendo nos meus filhos na escola?” Resposta: “Homofóbico, promotor de ódio e violência, fanático religioso e moralista, cale a boca! Você é cúmplice de todos os assassinatos de gays que fazem ponto de prostituição nas madrugadas.
Temos direito de expressar livremente nossa afetividade em público e ensinar seus filhos a aceitar isso. Sua discordância é uma violência contra nossos direitos!” É a luva delicada e o lencinho da população contra a fúria da foice e do martelo gay. O lencinho, pelo menos, serve para enxugarmos nossas lágrimas após inúmeras ofensas, calúnias, desrespeito e xingamentos.

Mas quem foi que disse que luva e lencinho vencem uma ideologia ditatorial? Tal qual a ideologia do nazismo e do comunismo, que sempre andaram atreladas ao Estado e à mídia, a ideologia gay não é diferente. Quer gostemos ou não, o Estado brasileiro e a mídia estão casados com a ideologia gay.
É de admirar então que o ativismo gay esteja avançando confortavelmente na sociedade brasileira?

Ainda bem, devem pensar os ativistas, que a população não nos trata na altura exata da ignorância, ferocidade, mentiras e agressividade que usamos com eles!

A luva e o lencinho mostram também a incompatibilidade, fragilidade e despreparo das posições de alguns grupos e indivíduos cristãos no enfrentamento de um ativismo homossexual que ferozmente exige tudo, inclusive a posse da mente de nossas crianças por meio da doutrinação estatal nas escolas.
A essa e outras ameaças muitas vezes eles demonstram uma cruel omissão, se escondendo em nome do Evangelho atrás de uma posição indiferente à guerra cultural que está tomando seus próprios filhos sem que eles tenham força, vontade ou coragem de reagir à altura.

Hoje, os ativistas gays exigem a mente de nossas crianças. O que estamos esperando para agir? Que eles comecem a exigir também os corpos de nossos filhos?

Movidos por uma covardia mascarada como amor do Evangelho pelos pecadores, estamos entregando nossos filhos à cova dos leões gays.
Movidos por uma covardia mascarada como amor do Evangelho pelos pecadores, não denunciamos o governo e suas leis injustas e iniquas, por medo de sofrermos perdas econômicas ou perda de concessões de rádio e TV ou perda da imagem na mídia. (Veja aqui excelente mensagem do Pe. Paulo Ricardo: http://www.youtube.com/watch?v=eHQudN-bETU)


Enquanto vacilamos, a mídia e o Estado gay mascarado de Estado laico exigem nossos filhos.

Tudo o que os ativistas gays precisam fazer é estalar os dedos, e governo e mídia se atropelam para servi-los. Enquanto isso, a maioria cristã tem de protestar muito para que o governo pense em reverter um pouco suas políticas de favorecimento

Enquanto a covardia silenciar o testemunho de justiça e resistência dos cristãos na sociedade, o ativismo gay prosseguirá sua marcha que exige a total posse da mente e corpos de nossos filhos.

O Discípulo de Jesus !!

A arte de ser discípulo de Jesus.

O ministério de Jesus havia praticamente iniciado. Dias de curas, milagre e proclamação das “Boas Novas”. (Lc. 5:1-11) Cristo era a sensação do momento. Como todo “fenômeno”, multidões o seguiam. Na verdade muitos ou quase todos que estavam atrás Dele, não estavam muito interessados em quem Ele era de verdade. Estavam ali pelo o que Ele podia fazer. Jesus, que não era bobo, sabia disso.

Até que, pressionado pela multidão, chega à beira do lago de Genesaré. Lá encontra Simão, Tiago e João que estavam junto com os demais pescadores, trabalhando. Não estavam no meio da multidão. Não estavam interessados necessariamente naquele “movimento”. Muito embora pudessem até estar curiosos sobre os boatos que percorriam a região, eles estavam cuidando da própria vida. Já haviam ouvido falar de Jesus, mas não entraram na massa.


A verdade é que, daquela multidão, eram poucos os que estavam interessados no que Jesus ensinava. Quase ninguém, se pensarmos na proporção que o seguia, estava ali para ouvir as suas palavras. Estavam interessados no espetáculo, no show. Cegos vendo, aleijados curados, demônios expulsos, eram coisas que não se viam todo dia.


Olhando para esse texto, percebo algumas características daqueles homens; que influenciaram Jesus a convocá-los:


- Eles estavam cuidando da própria vida:
Não estavam enfiados no meio da multidão diariamente. Não estavam atrás de oba-oba. Tinham até interesse em conhecer o Jesus de “Nazaré”, mas eles tinham suas responsabilidades, suas obrigações.
Ser discípulo de Jesus não é entrar em qualquer massa “evangélica”, não é viver de igreja em igreja procurando milagres e acontecimentos extraordinários. Fazer parte da multidão não significa ser discípulo de Cristo.


- Eles deram ouvidos à palavra de Jesus:
Embora não estivessem diariamente com a multidão atrás de Jesus, eles aparentam ter um pouco de conhecimento de quem se tratava. Concluo então que, fazer parte da multidão não significa conhecer a Jesus.
Quando Jesus dá a primeira ordem, eles obedecem. Vão para alto mar. Logo após, o Mestre pede que lancem novamente as redes. Ora eles já haviam trabalhado a noite inteira! Não obtiveram resultado! Até que Pedro diz: Mas, porque és tu quem está dizendo isto, vou lançar as redes" Lc 5:5.
Eles não só ouviram a ordem de Cristo atentamente, mas obedeceram. Tenho certeza que, no meio daquela multidão, muitos sequer davam atenção ao que Jesus dizia. O discípulo de Jesus não está atrás de milagres, isso não é a prioridade. Ele esta ali pra ouvir Jesus de perto e aprender com Ele. Ele está ali para obedecê-lo, para aplicar seus ensinos na sua vida. Concluo então que, fazer parte da multidão não significa obedecer a Jesus.

- Eles estavam dispostos a abrir mão de tudo por Jesus:
As redes ficaram para trás. A convite de Cristo, eles agora seriam “pescadores de homens”. E aqueles homens aceitam o convite. Eles queriam seguir a Jesus de perto, aprender com o Mestre diariamente. Conviver mais próximo Dele.
Com o tempo, aprenderiam na prática que, seguir a Jesus não é nada fácil. Em dado momento do seu ministério, Jesus arrocha sua mensagem, conforme narra João 6 em diante. Muitos dos que estavam na multidão disseram: é um preço muito alto a se pagar, suas palavras são muito duras – e se retiraram.
Jesus então franqueia a oportunidade aos doze: Não querem vocês também dar no pé?! Até que Pedro diz: “Ficaremos, pois só o Senhor tem as Palavras de Vida eterna!”.
Os discípulos de Jesus o seguem pelo que Ele é; e não pelo que Ele faz. Os seguem porque reconhecem que Ele é o Senhor, e nós pecadores. Os seguem porque Ele é “o caminho, a verdade e a vida!”. Os verdadeiros discípulos de Jesus abrem mão de tudo por amor a Ele. São discípulos por amor a Ele, e pagam o preço por isso.


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Diante disso, me pergunto: Quantos de nós, na verdade, somos discípulos de Jesus hoje? De quantos discípulos nossas igrejas são formadas hoje?

Seguir a Jesus é um privilégio, mas também é um desafio, uma arte.
Pergunte-se se você é um discípulo, ou mais um na multidão.


E glórias a Ele.
Marcello Matias, pastor.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Cidade do interior de minas gerais não registra morte por homicídios há cinquenta e quatro anos.

Há 54 anos não há registros de homicídios, segundo a polícia e o cartório.  Oito policiais fazem a segurança na cidade, que tem 1,6 mil habitantes. 


O município de Paiva, cidade da Região da Zona da Mata, em Minas Gerais, apresenta baixo índice de homicídios. De acordo com o cartório e a Polícia Militar (PM), há 54 anos não há registros de homicídios. A cidade tem cerca de 1,6 mil habitantes e conta com oito policiais.

Ainda segundo a polícia, o último assassinato teria ocorrido em 1957, quando dois amigos voltavam de uma festa. Após discutirem, um deles feriu o outro com uma navalha. Segundo moradores do município, a vítima morreu por falta de atendimento médico. “Ele levou uma navalhada na perna, perdeu sangue à noite e não houve assistência médica; ele poderia ter sido salvo”, diz o ex-prefeito, Jair Toledo de Paiva. Na época do crime, o suspeito foi preso e cumpriu pena.
“Todo mundo é conhecido. É uma família só”, diz uma moradora da cidade. A patrulha da polícia passa de casa em casa e faz visitas à zona rural da cidade. O Conselho de Segurança Pública e a Rede de Vizinhos Protegidos se reúnem periodicamente para discutir a segurança da cidade.
Geraldo, de 85 anos, trabalha no único cartório da cidade e diz que a causa mortis natural é a mais comum no livro de óbitos, de 1949. “Não houve registro de pessoas que tenham sido assassinadas por faca, arma branca, ou por tiro, revólver”, diz.



Fonte: Blog Barco a Vela (do diHITT)

terça-feira, 7 de junho de 2011

O ópio dos intelectuais


A história do pensamento político registra, em grande relevo, a obra do ensaísta francês Raymond Aron, particularmente o livro “O ópio dos intelectuais”, de meados do século passado. Publicado num momento de plena hegemonia do marxismo no meio artístico-literário de todo o mundo, o livro pões a nu, com uma lógica arrasadora, a estranha submissão da maioria dos intelectuais aos dogmas da sedutora doutrina criada pelo genial filósofo alemão.

O título do livro é uma irônica referência à famosa passagem de Marx que chamou a religião de “ópio do povo”. Na verdade como demonstra Aron, o marxismo é que se desvirtuou numa crença para muitos artistas e escritores convertidos, que passaram a adotá-lo como verdade absoluta e incontestável.

Aron espantava-se com a cegueira mental dessas pessoas, que continuavam comunistas, apesar de a União Soviética, que tanto exaltavam, ter-se transformado, sob a chefia de Stalin, num estado totalitário, com todas as liberdades suprimidas, e que aprisionava e matava implacavelmente os opositores.

Estou lembrando o livro de Raymond Aron porque ainda hoje, cinqüenta anos depois, e mesmo com o monumental fracasso do socialismo, tantos continuam a cultuar essa anacrônica relíquia da Guerra Fria, que é a Cuba de Fidel Castro. Mesmo quando vêem músicos, bailarinos e desportistas pedirem asilo, aos montes, porque o regime tirânico lhes nega o elementar direito de emigrar, para buscar uma vida melhor em outros países.

Pior: existem muitos que se deixam encantar até mesmo pelo socialismo caricato do bufão Hugo Chávez. Algo que se avizinha da imbecialização.

Se esse poderoso ópio não lhes turvasse as mentes, agiriam como o escritor Rodolfo Konder, de ilustre família de marxistas, que fez a seguinte autocrítica:“Eis a triste conclusão: o sonho socialista acabou. Não deu certo. O capitalismo, com todos os seus problemas, revelou-se mais capaz de promover o desenvolvimento e de preservar os valores universais da democracia. Essa é a verdade.”  Honestidade intelectual é isso aí !


Jefferson Péres – saudoso senador amazonense, em A Crítica, jornal de Manaus-AM. 

Nota: J. Péres escreveu esse artigo mais ou menos em 2006/ 2007, tenho o recorte de jornal A Crítica, porém sem a data da publicação.

José Jefferson Carpinteiro Peres (Manaus, 18/ 03/ 1932 — Manaus, 23 de maio de 2008) foi um professor e político brasileiro, formado em Direito pela Universidade Federal do Amazonas e em Administração pela Fundação Getúlio Vargas. Antes de se tornar político, lecionava na área de Economia, na Universidade Federal do Amazonas. Participou, na década de 1950, da campanha O petróleo é nosso e, em 1988, foi eleito para seu primeiro cargo público: o de vereador em Manaus, cargo para o qual foi reeleito para segundo mandato, cumprido até 1995, quando assumiu sua cadeira no Senado.Foi candidato à vice-presidência do Brasil nas eleições de 2006, na chapa do também senador do PDT Cristovam Buarque, do Distrito Federal. Jefferson Peres já havia anunciado que após cumprir seu mandato de senador, que ia até 2010, abandonaria a vida política, mas acabou falecendo antes, vítima de uma parada cardiáca, em 23 de maio de 2008. 

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Marcha pra Jesus de Manaus, maior que a do Rio


RIO

 Mais de 200 mil evangélicos participam da Marcha para Jesus no Rio de Janeiro
Enviado por folhagospel 
A cidade do Rio de Janeiro abalou com mais de 200 mil pessoas que estiveram participando, neste sábado (04/06), da Marcha para Jesus. 

Open in new windowA Marcha, que tem o objetivo de expressar a fé publicamente, estendeu também o protesto contra o PLC 122. Ela deu início na Central do Brasil por volta das 14h e foi tomando a Av. Presidente Vargas, com sete trios.


No primeiro trio esteve o orador Pastor Silas Malafaia que falou sobre como o Cristão deve exercer a sua cidadania e sobre ficar atento sobre o que os governantes e políticos estão fazendo pela nação.





Uma vez mais Malafaia aproveitou a oportunidade para criticar o PLC 122 como havia prometido. Na última quarta-feira, ele comandou uma manifestação de cerca de 50 mil pessoas na frente do Congresso Nacional em protesto contra o PLC 122.

O Pastor Marcus Gregório, presidente do Conselho de Ministros de Estado do Rio de Janeiro (COMERJ), orou pelo estado do Rio e estava visivelmente emocionado.


Manaus

Marcha para Jesus leva 600 mil pessoas para as ruas de Manaus
Enviado por folhagospel 
A Marcha para Jesus 2011 superou a meta de 500 mil pessoas e levou cerca de 600 mil para as ruas neste sábado (04), de acordo com a estimativa da Policia Militar.

A Marcha, que está na 18ª edição na cidade, começou às 15h na Praça da Saudade, Centro, e seguiu em direção ao Sambódromo, zona centro-oeste da capital. Nem mesmo o calor intenso diminuiu o ritmo dos participantes, que começaram a chegar ao Centro de Convenções por volta das 18h30. A celebração continuou com atrações musicais, incluindo a apresentação especial do cantor francês Chris Duran.

O evento é organizado anualmente por pastores das igrejas evangélicas e reuniu fiéis de diferentes congregações, de todas as idades, que andaram cerca de sete quilômetros ao som de trios elétricos com estilos musicais distintos, incluindo funk, axé, música eletrônica e sertanejo.

A concentração iniciou às 12h, na praça da Saudade. Três horas depois, os participantes sairam da rua Ferreira Pena, ao lado da Praça da Saudade, seguindo pelas rua Japurá, avenida Joaquim Nabuco, rua Silva Ramos até chegarem a Djalma Batista, que ficou temporariamente interditada no sentido centro/ bairro.

O Instituto Municipal de Engenharia e Fiscalização do Trânsito (Manaustrans), fez o acompanhamento de todo o percurso. No total, 63 agentes de trânsito com auxílio de motocicletas e viaturas orientaram os condutores em pontos estratégicos do itinerário da marcha, liberando o tráfego conforme o andamento da marcha.


Demonstração de fé
A principal motivação para a grande maioria dos participantes é celebrar e demonstrar a fé. Muitos fizeram o percurso acompanhados de familiares, e driblaram o calor e o cansaço sem perder o foco. Para o empresário Carlos Moura, 42, fazer esses sacrificios em família une e fortalece laços e a fé pessoal.

"É muito emocionante estar participando, ainda mais com toda a minha família. Nós nos preparamos com bastante protetor solar e um bom estoque de água mineral pra chegar até o fim do percurso e fazer esse sacrifíco em nome da instituição mais importante aos olhos de Jesus, que é a família", disse o empresário, que participa pela primeira vez do evento.

Quem também desenvolveu uma estratégia para conseguir chegar até o fim sem problemas foi a secretária e universitária Ana Lúcia, 50, que estava acompanhada de oito crianças. Para não perder nenhuma de vista, ela amarrou uma corda no braço de cada um, e os conduzia em fila indiana.

"Apenas dois são meus parentes, os outros são filhos de conhecidos e vizinhos. São meus discipulos. Pra não perder nenhum deles, e conseguir voltar com todo mundo em segurança a gente sempre dá um jeitinho, esse foi o que eu encontrei hoje, mas o que eu queria mesmo era ter um trio elétrico pra trazer mais de 30 crianças comigo", conta a secretária que sempre participou da marcha.

Polêmica

A atual polêmica a respeito do Projeto de Lei 122, que pretende declarar a homofobia como crime no Brasil, marcou presença na edição da marcha deste ano. Cerca de 200 voluntários estavam recolhendo assinaturas para um abaixo assinado contra o Projeto. O documento é uma iniciativa da Ordem dos Ministros Evangélicos do Amazonas (Omeam), que tem como presidente o pastor Valdiberto Rocha. Cada voluntário tinha a meta de conseguir em média 450 assinaturas.


A Marcha para Jesus
A primeira Marcha para Jesus aconteceu em 1987 na cidade de Londres (Inglaterra), e foi fundada pelo pastor Roger Forster, pelo cantor e compositor Graham Kendrick, Gerald Coates e Lynn Green. No início, a intenção era tirar a igreja das quatros paredes e mostrar que ela estava viva e presente na sociedade. O resultado desse evento foi bastante produtivo.

No Brasil, o Dia Nacional da Marcha para Jesus é comemorado há 18 anos. E através da Lei nº 12.025, de 3 de Setembro de 2009, ficou oficialmente instituído no primeiro sábado subseqüente aos sessenta dias após o Domingo de Páscoa.



Fonte: D24am

Uma Assembleia de Deus, duas comemorações do Centenário

CGADB comemorará o Centenário no dia 10 de junho, igreja-mãe fará reuniões nos dias 16,17 e 18.


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Dia 18 de junho a Igreja Assembleia de Deus de Belém comemorará 100 anos. O trabalho ministerial fundado na capital paraense pelos suecos Daniel Berg e Gunnar Vingren se espalhou pelo Brasil inteiro formando o maior ministério evangélico do país.


O Centenário das ADs no Brasil será comemorado em todo o país, mas os eventos que acontecerão na cidade de Belém (PA) estão provando que o ministério está rachado. De um lado a Convenção Geral das Assembleias de Deus do Brasil (CGADB) está organizando um culto no dia 10 de junho, com vários pastores presentes, menos o líder da igreja-mãe, o pastor Samuel Câmara.


Do outro lado a AD de Belém, a única que está completando 100 anos, também organizou uma festa, serão três dias de festividade 16, 17 e 18 de junho.


Os motivos para que haja duas comemorações são muitos, mas o mais visível são as disputas políticas entre os pastores Samuel Câmara e José Wellington Bezerra da Costa. Eles concorreram às eleições da presidência da CGADB e José Wellington saiu vencedor.


O pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, foi o primeiro a falar sobre as comemorações duplas. De acordo com ele a CGADB organizou o evento uma semana antes para que os pastores de outros estados não participem das festas organizadas por Samuel Câmara.


Malafaia fez questão de dizer em seus programas que a igreja de Belém é a única que completa 100 anos e até pediu para que os membros e líderes não participem do evento do dia 10 de junho.



Fonte: Gospel Prime